Canto Songtext
von Sara Correia
Canto Songtext
Se te abrisse a porta da minha cabeça
Pegavas-me ao colo como uma criança
Sinto que não há amor que eu mereça
E sentir muito, sentir tudo cansa
O corpo que eu rejeito
Amor violento que eu aceito e justifico
Nasci com um peso no peito
Que um dia hei-de levantar, por enquanto sobrevivo
Canto, canto, canto
P′ra calar o ruído ou só p'ra existir
Canto, canto, canto, canto
Canções repetidas p′ra conseguir dormir
Canto, canto, canto, canto
Até sentir que a voz me sai da pele, eu
Canto, canto, canto, canto
Não quero calar o silêncio, vou dançar com ele
Queres tu que seja uma, eu sou muitas
Dizes não ter sentido nenhum, mas
Toda a mulher é mil mulheres que se erguem
E se vingam de homens como tu
Que não se tratam, não se curam
Nos que batem e desculpam cobardia com amor
Deixam marcas tão profundas
Que as palavras saem mudas, guardo-as, digo que é melhor
Canto, canto, canto
P'ra calar o ruído ou só p'ra existir
Canto, canto, canto, canto
Canções repetidas p′ra conseguir dormir
Canto, canto, canto, canto
Até sentir que a voz me sai da pele, eu
Canto, canto, canto, canto
Não quero calar o silêncio, vou dançar com ele
Canto, canto, canto
P′ra calar o ruído ou só p'ra existir
Canto, canto, canto, canto
Canções repetidas p′ra conseguir dormir
Canto, canto, canto, canto
Até sentir que a voz me sai da pele, eu
Canto, canto, canto, canto
Não quero calar o silêncio, vou dançar com ele
Pegavas-me ao colo como uma criança
Sinto que não há amor que eu mereça
E sentir muito, sentir tudo cansa
O corpo que eu rejeito
Amor violento que eu aceito e justifico
Nasci com um peso no peito
Que um dia hei-de levantar, por enquanto sobrevivo
Canto, canto, canto
P′ra calar o ruído ou só p'ra existir
Canto, canto, canto, canto
Canções repetidas p′ra conseguir dormir
Canto, canto, canto, canto
Até sentir que a voz me sai da pele, eu
Canto, canto, canto, canto
Não quero calar o silêncio, vou dançar com ele
Queres tu que seja uma, eu sou muitas
Dizes não ter sentido nenhum, mas
Toda a mulher é mil mulheres que se erguem
E se vingam de homens como tu
Que não se tratam, não se curam
Nos que batem e desculpam cobardia com amor
Deixam marcas tão profundas
Que as palavras saem mudas, guardo-as, digo que é melhor
Canto, canto, canto
P'ra calar o ruído ou só p'ra existir
Canto, canto, canto, canto
Canções repetidas p′ra conseguir dormir
Canto, canto, canto, canto
Até sentir que a voz me sai da pele, eu
Canto, canto, canto, canto
Não quero calar o silêncio, vou dançar com ele
Canto, canto, canto
P′ra calar o ruído ou só p'ra existir
Canto, canto, canto, canto
Canções repetidas p′ra conseguir dormir
Canto, canto, canto, canto
Até sentir que a voz me sai da pele, eu
Canto, canto, canto, canto
Não quero calar o silêncio, vou dançar com ele
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