Os papéis Songtext
von Zeca Pagodinho
Os papéis Songtext
Os papéis que eu varei noites pra escrever um samba
Foram dez ou foram mil, não deu para contar
Meu papel foi de um sem fé que removeu montanhas
E no céu dos fiéis, o senhor de tamanha façanha
Os meus pés sempre dançavam pelas mãos de um bamba
Ou, ao invés, faziam tudo para eu tropeçar
Se era Deus, subi ao palco a pedir perdão
Quando eu era eu ou não eu, sim ou não
Fui pastor de ovelha negra, branca e sem matiz
De lá do campo e também da matriz
Eu me fiz seu escravo em papel de senhor, por amor
Foi aí que eu vi então que tudo que escrevi
E também todo papel que eu vivi
Só vivi pra você, ó meu grande amor
Os papéis que eu varei noites pra escrever um samba
Foram dez ou foram mil, não deu para contar
Meu papel foi de um sem fé que removeu montanhas
E no céu dos fiéis, o senhor de tamanha façanha
Os meus pés sempre dançavam pelas mãos de um bamba
Ou, ao invés, faziam tudo para eu tropeçar
Se era Deus, subi ao palco a pedir perdão
Quando eu era eu ou não eu, sim ou não
Fui pastor de ovelha negra, branca e sem matiz
De lá do campo e também da matriz
Eu me fiz seu escravo em papel de senhor, por amor
Foi aí que eu vi então que tudo que escrevi
E também todo papel que eu vivi
Só vivi pra você, ó meu grande amor
Fui pastor de ovelha negra, branca e sem matiz
De lá do campo e também da matriz
Eu me fiz seu escravo em papel de senhor, por amor
Foi aí que eu vi então que tudo que escrevi
E também todo papel que eu vivi
Só vivi pra você, ó meu grande amor
Lalaiá, lá
Lalaiá, laiá
Lalaiá, lá
Lalaiá
Foi aí (lalaiá, lá)
Que eu vi então que tudo que escrevi (lalaiá, laiá)
E também todo papel que eu vivi, só vivi pra você (lalaiá, lá)
Ó meu grande amor (lalaiá)
Foram dez ou foram mil, não deu para contar
Meu papel foi de um sem fé que removeu montanhas
E no céu dos fiéis, o senhor de tamanha façanha
Os meus pés sempre dançavam pelas mãos de um bamba
Ou, ao invés, faziam tudo para eu tropeçar
Se era Deus, subi ao palco a pedir perdão
Quando eu era eu ou não eu, sim ou não
Fui pastor de ovelha negra, branca e sem matiz
De lá do campo e também da matriz
Eu me fiz seu escravo em papel de senhor, por amor
Foi aí que eu vi então que tudo que escrevi
E também todo papel que eu vivi
Só vivi pra você, ó meu grande amor
Os papéis que eu varei noites pra escrever um samba
Foram dez ou foram mil, não deu para contar
Meu papel foi de um sem fé que removeu montanhas
E no céu dos fiéis, o senhor de tamanha façanha
Os meus pés sempre dançavam pelas mãos de um bamba
Ou, ao invés, faziam tudo para eu tropeçar
Se era Deus, subi ao palco a pedir perdão
Quando eu era eu ou não eu, sim ou não
Fui pastor de ovelha negra, branca e sem matiz
De lá do campo e também da matriz
Eu me fiz seu escravo em papel de senhor, por amor
Foi aí que eu vi então que tudo que escrevi
E também todo papel que eu vivi
Só vivi pra você, ó meu grande amor
Fui pastor de ovelha negra, branca e sem matiz
De lá do campo e também da matriz
Eu me fiz seu escravo em papel de senhor, por amor
Foi aí que eu vi então que tudo que escrevi
E também todo papel que eu vivi
Só vivi pra você, ó meu grande amor
Lalaiá, lá
Lalaiá, laiá
Lalaiá, lá
Lalaiá
Foi aí (lalaiá, lá)
Que eu vi então que tudo que escrevi (lalaiá, laiá)
E também todo papel que eu vivi, só vivi pra você (lalaiá, lá)
Ó meu grande amor (lalaiá)
Writer(s): Luiz Carlos Baptista, Wilson Das Neves Lyrics powered by www.musixmatch.com

