Noé Songtext
von xtinto
Noé Songtext
Uh ya
A ver se duvidam do Noé quando vier a chuva
Não quiseram bulir na arca
Riram bué
A ver se duvidam do Noé
Quando vier a chuva
Dilúvio
Uh ya
A ver se duvidam do Noé quando vier a chuva
Não quiseram bulir na arca
Riram bué
A ver se duvidam do Noé
Quando vier a chuva
Dilúvio
Tou com o garfo de Poseidon
Todo o mar me deu co-sign
Nem é caneta que tá foda
É a tesoura da poda
Isso é folha de bonsai
Dizem foda-se nem sou o Chaylan
Beat molda-se ao meu xaile
Onde vai chorando o meu fado, timbre anasalado
Entupido com o passado
Ararate é quem me abraça o barco
Sei que atraco onde encontrar o meu espaço
Circundar o cabo atormentado
Eu sei que todo o monstro aqui foi inventado
Eles não me querem na rota que os pôs no sucesso
Sei que o ego arrota alimentado em excesso
Há sangue se o garrote apertar esse verso
Há sanguessugas a boicotar a minha fé
O mar que nadas vai afundar quem erre
O Marco Tábuas memo a dar pra GR
Há coordenadas que não estão no GPS
É um muro de nadas até que surja a benece
Uh ya uh yaaaa
Se a chuva aparece
Vou deixar entrar quem lidou com o stress
Nunca vais ver judas pegar no meu leme
Naa uh ya hmm
A ver se duvidam do Noé quando vier a chuva
Não quiseram bulir na arca
Riram bué
A ver se duvidam do Noé
Quando vier a chuva
Dilúvio
Uh ya
A ver se duvidam do Noé quando vier a chuva
Não quiseram bulir na arca
Riram bué
A ver se duvidam do Noé
Quando vier a chuva
Dilúvio
Vai por mim, rappers já não giram desse pipe a mim
Pensam que sou orfão, não há pai pra mim
Com sangue e suor eu vou calcar caminho
Cacau que anime
O mambo eu tou cá ca team
Tu cata eu digo canimambo a quem tá cativo
No caos que eu tive
Tou Drake não há novos amigos
Aqueles que não engordam são os olhos antigos
Ninguém quer viver do ar cá, nem pra respirar dá
É mistério tipo booyaka booyaka
Até verter a arca vou tar em modo arcade
A brincar com quem conspira por ter um dilúvio cá (uh uh)
Cuidado que a fraqueza consome a tua carne dá-te
Pobreza para o teu espírito na gíria vais baicar
É beleza da mais gira dizeres que tou mais caro
(mas) É SER QUE TORNA FRACO ESSA CARNE MÁ
Vai ficar e ver teu Éden virar Bagdad
Elevar-te ao teu éter pra te rebaixar
Meter-te numa guerra que só dá crachá
Uh aaa
A ver se duvidam do Noé quando vier a chuva
Não quiseram bulir na arca
Riram bué
A ver se duvidam do Noé
Quando vier a chuva
Dilúvio
(quando vier a chuva)
(DEZ em entrevista)
A ver se duvidam do Noé quando vier a chuva
Não quiseram bulir na arca
Riram bué
A ver se duvidam do Noé
Quando vier a chuva
Dilúvio
Uh ya
A ver se duvidam do Noé quando vier a chuva
Não quiseram bulir na arca
Riram bué
A ver se duvidam do Noé
Quando vier a chuva
Dilúvio
Tou com o garfo de Poseidon
Todo o mar me deu co-sign
Nem é caneta que tá foda
É a tesoura da poda
Isso é folha de bonsai
Dizem foda-se nem sou o Chaylan
Beat molda-se ao meu xaile
Onde vai chorando o meu fado, timbre anasalado
Entupido com o passado
Ararate é quem me abraça o barco
Sei que atraco onde encontrar o meu espaço
Circundar o cabo atormentado
Eu sei que todo o monstro aqui foi inventado
Eles não me querem na rota que os pôs no sucesso
Sei que o ego arrota alimentado em excesso
Há sangue se o garrote apertar esse verso
Há sanguessugas a boicotar a minha fé
O mar que nadas vai afundar quem erre
O Marco Tábuas memo a dar pra GR
Há coordenadas que não estão no GPS
É um muro de nadas até que surja a benece
Uh ya uh yaaaa
Se a chuva aparece
Vou deixar entrar quem lidou com o stress
Nunca vais ver judas pegar no meu leme
Naa uh ya hmm
A ver se duvidam do Noé quando vier a chuva
Não quiseram bulir na arca
Riram bué
A ver se duvidam do Noé
Quando vier a chuva
Dilúvio
Uh ya
A ver se duvidam do Noé quando vier a chuva
Não quiseram bulir na arca
Riram bué
A ver se duvidam do Noé
Quando vier a chuva
Dilúvio
Vai por mim, rappers já não giram desse pipe a mim
Pensam que sou orfão, não há pai pra mim
Com sangue e suor eu vou calcar caminho
Cacau que anime
O mambo eu tou cá ca team
Tu cata eu digo canimambo a quem tá cativo
No caos que eu tive
Tou Drake não há novos amigos
Aqueles que não engordam são os olhos antigos
Ninguém quer viver do ar cá, nem pra respirar dá
É mistério tipo booyaka booyaka
Até verter a arca vou tar em modo arcade
A brincar com quem conspira por ter um dilúvio cá (uh uh)
Cuidado que a fraqueza consome a tua carne dá-te
Pobreza para o teu espírito na gíria vais baicar
É beleza da mais gira dizeres que tou mais caro
(mas) É SER QUE TORNA FRACO ESSA CARNE MÁ
Vai ficar e ver teu Éden virar Bagdad
Elevar-te ao teu éter pra te rebaixar
Meter-te numa guerra que só dá crachá
Uh aaa
A ver se duvidam do Noé quando vier a chuva
Não quiseram bulir na arca
Riram bué
A ver se duvidam do Noé
Quando vier a chuva
Dilúvio
(quando vier a chuva)
(DEZ em entrevista)
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