Edifício Viaza Songtext
von Viaza
Edifício Viaza Songtext
Ah, hum
Quem diria, que um puto de albergaria
Iria um dia mostrar euforia
Na poesia, clima ′tava tenso
Com 13, cresce interesse nessa via
Infenso na boca fence, repenso com o que penso
Pensamento vence e nem sabia
Que o medo desvanece quando se conhece a maresia
E eu 'tou numa semana estrita
Restrita à escrita, scratch no caderno
Caneta invicta, mic′ na mão habilita
Alguém como eu
Produzir uma lírica mística, nunca antes vista
Um abstrato, acrobata sonoplasta
De pursuit sem suit sem fato, música basta, ahn
Opinião, oposição vasta, massa que me arrasta
Nova geração rasa, gera composição gasta
Contradição, farsa, suposição em massa
Composição de um atrasado
Manipulado o pensamento
Estimulado o talento
Hip pop em choque, vira só pó e voa com o vento
Mic é confissão não é preciso convento
Caneta é impulso de um refúgio
Nestes tempos menos marcantes
Cultura mudou e nunca será como dantes
Porque novatos não querem ser estudantes
Mas eu próprio por vezes fico parco em palavras
Não funciona a ponta, fica na ponta
E raciocínio não se aponta
Por vezes apetece mandar um foda-se
Por está farto de viver com cash contado
Farto de viver num poupasse
Mas foda-se, disputa custa
Quanto mais viver à custa de música
Uma arte pudica e única
E a pressa é inimiga da perfeição
E podes crer que é fodido
Ser narração da nação aos 16
Uma idade com necessidade
De pais ainda assinarem papéis, hã, ei
Lembro-me de ser puto
Pensar que tudo consigo
Ter o meu mundo e pensar
Que tudo tem sentido, ahn
Albergaria foi minha casa
Dr Alexandre Albuquerque é a rua
Edifício é Viaza
Edifício é Viaza (Viaza)
Ahn, o holofote é ilusório, o ego consome
Mas eu me sinto sóbrio, abstento de microfone
Escrita eu vanglorio, o resto é irrisório
Comentam ódio, então eu próprio pratico opróbrio
Querem-me tapar o telescópio
Mas eu tenho um periscópio
Que me deixa observar hip-pop, yo
Tal maneira gráfica que me deixa opróbrio
Não sou perfunctório, o interesse é notório
Consumo tanta poesia, nunca terei epilepsia
A minha sina ensina, não é ghost, não é Cena
Como most opina, rima por propina
Que propaga mentira, imagina
Imagina, boy
Imagina, rima por propina?
Cês nun' conhecem (ah, vai)
Cês nun' conhecem (yeah)
Eu ′tou numa cidade estática, praticamente fechada
Onde tudo que se passa é nunca, se passa nada
Pode parecer uma merda, mas não te preocupes
A vida fica fácil quando a vives em loops
E dizem, quem dá frutos são os putos (putos)
Então rap não os censures, não mudes
Canetas podem ser muros para os mudos
Mas boy, não murches, luta por outputs
Seja estudos, seja estúdios
Minha história no RAP começou na EB
Nas aulas de PT, desenvolveu se pôs ouvir VLT e STK
Um sonho de meter albergaria no mapa, ahn
Dos que tiveram do começo, boy, eu não me esqueço
Vocês estão cá antes do preço que ofereço
Antes de sentir interesse, e eu agora subo, nunca desço
Por isso agradeço, obrigado a todos, tá?
Man, trabalho a pen e diariamente a mente
E o que pouca gente sente pouco ser contente
Não vivo sem tinta, mesmo que tente
E sem papel não funciono, não me sinto ciente
Mas sim incompetente
Então o luso uso eu, a luz que Deus me Deu
A capacidade tática de por verso em prática
Gramática estática, praticada no meu quarto fechado
A arte que agora faço parte
Um sonho que nunca estarei farto
Lembro de ser puto, pensar que tudo consigo
Ter o meu mundo
Pensar que tudo tem sentido, hum
Albergaria foi minha casa
Dr Alexandre Albuquerque é a rua
Edifício é Viaza, edifício é Viaza
Edifício é Viaza, boy
Quem diria, que um puto de albergaria
Iria um dia mostrar euforia
Na poesia, clima ′tava tenso
Com 13, cresce interesse nessa via
Infenso na boca fence, repenso com o que penso
Pensamento vence e nem sabia
Que o medo desvanece quando se conhece a maresia
E eu 'tou numa semana estrita
Restrita à escrita, scratch no caderno
Caneta invicta, mic′ na mão habilita
Alguém como eu
Produzir uma lírica mística, nunca antes vista
Um abstrato, acrobata sonoplasta
De pursuit sem suit sem fato, música basta, ahn
Opinião, oposição vasta, massa que me arrasta
Nova geração rasa, gera composição gasta
Contradição, farsa, suposição em massa
Composição de um atrasado
Manipulado o pensamento
Estimulado o talento
Hip pop em choque, vira só pó e voa com o vento
Mic é confissão não é preciso convento
Caneta é impulso de um refúgio
Nestes tempos menos marcantes
Cultura mudou e nunca será como dantes
Porque novatos não querem ser estudantes
Mas eu próprio por vezes fico parco em palavras
Não funciona a ponta, fica na ponta
E raciocínio não se aponta
Por vezes apetece mandar um foda-se
Por está farto de viver com cash contado
Farto de viver num poupasse
Mas foda-se, disputa custa
Quanto mais viver à custa de música
Uma arte pudica e única
E a pressa é inimiga da perfeição
E podes crer que é fodido
Ser narração da nação aos 16
Uma idade com necessidade
De pais ainda assinarem papéis, hã, ei
Lembro-me de ser puto
Pensar que tudo consigo
Ter o meu mundo e pensar
Que tudo tem sentido, ahn
Albergaria foi minha casa
Dr Alexandre Albuquerque é a rua
Edifício é Viaza
Edifício é Viaza (Viaza)
Ahn, o holofote é ilusório, o ego consome
Mas eu me sinto sóbrio, abstento de microfone
Escrita eu vanglorio, o resto é irrisório
Comentam ódio, então eu próprio pratico opróbrio
Querem-me tapar o telescópio
Mas eu tenho um periscópio
Que me deixa observar hip-pop, yo
Tal maneira gráfica que me deixa opróbrio
Não sou perfunctório, o interesse é notório
Consumo tanta poesia, nunca terei epilepsia
A minha sina ensina, não é ghost, não é Cena
Como most opina, rima por propina
Que propaga mentira, imagina
Imagina, boy
Imagina, rima por propina?
Cês nun' conhecem (ah, vai)
Cês nun' conhecem (yeah)
Eu ′tou numa cidade estática, praticamente fechada
Onde tudo que se passa é nunca, se passa nada
Pode parecer uma merda, mas não te preocupes
A vida fica fácil quando a vives em loops
E dizem, quem dá frutos são os putos (putos)
Então rap não os censures, não mudes
Canetas podem ser muros para os mudos
Mas boy, não murches, luta por outputs
Seja estudos, seja estúdios
Minha história no RAP começou na EB
Nas aulas de PT, desenvolveu se pôs ouvir VLT e STK
Um sonho de meter albergaria no mapa, ahn
Dos que tiveram do começo, boy, eu não me esqueço
Vocês estão cá antes do preço que ofereço
Antes de sentir interesse, e eu agora subo, nunca desço
Por isso agradeço, obrigado a todos, tá?
Man, trabalho a pen e diariamente a mente
E o que pouca gente sente pouco ser contente
Não vivo sem tinta, mesmo que tente
E sem papel não funciono, não me sinto ciente
Mas sim incompetente
Então o luso uso eu, a luz que Deus me Deu
A capacidade tática de por verso em prática
Gramática estática, praticada no meu quarto fechado
A arte que agora faço parte
Um sonho que nunca estarei farto
Lembro de ser puto, pensar que tudo consigo
Ter o meu mundo
Pensar que tudo tem sentido, hum
Albergaria foi minha casa
Dr Alexandre Albuquerque é a rua
Edifício é Viaza, edifício é Viaza
Edifício é Viaza, boy
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