Amor Platónico Songtext
von Viaza
Amor Platónico Songtext
Hip pop está no sangue
Extraio da veia tinta pa′ escrever
Uso um catéter flexível e luer pra o conter
Eu sou despretensioso, não simplório, não confundas
'Tou num ciclo vicioso, o mesmo círculo que tu circundas
Qual será o flagelo desta calamidade?
Vejo o mundo muito calmo
Quando se sabe, calmidade antecede tempestade
O povo está herege, privado do estudo, não cresce
Eu fujo dessa hipocrisia perentória
Procura fruto, mas não floresce
Desacato absoluto ao docente
Que ensina a sua sina
Mesmo assim não é suficiente
Tive muito tempo num paradoxo
Num silêncio eloquente
Sempre segui regras, ortodoxo
Mas rap foi diluente
Influente, o nosso pensamento é confluente
A mente é diligente e o objectivo é consistente
Fujo do ciúme, apenas confio no meu reflexo
O mundo é friúme, percebê-lo não é complexo
(Complexo, complexo)
Nas ruas abunda sacrilégio
Como disse Valete, ter amigos é um privilégio
É difícil saber em quem contar, com quem conciliar
Estão camuflados, e quando dás conta
Perdeste o teu lugar
São teus amigos até encontrares ouro
Pois esse brilho os cega, tornam se aves d′agouro
Rodeiam até virares carcaça, é tudo rato
Quem não tem cão caça como gato
Por isso eu fico na minha, desprovido de enfeites
Longe do egoísmo, egocentrismo, dos defeitos
Eu conheço bem os meus direitos
Oxímoro recito, por isso consideram-me antagónico
Simplesmente não me entendem, como se eu fosse afónico
Eu vivo o rap, estudei o diacrónico
Dou tudo, mas sinto-me num amor platónico
Aprendi com Saramago, epistémico e erudito
Incute e faz-me pensar no que foi dito
(Foi dito, foi dito)
Tenho ouvido de tísico
Uma discografia no psicofísico
No espaço físico ainda me sinto em albergaria
Onde tudo começou, sem ela
Não sei onde é que eu estaria, boy
Sabes o que é isso? O pecado, claro
Quem é que inventou o pecado?
E a partir do momento em que se inventa o pecado
O inventor passa a dispor de um instrumento
De domínio sobre o outro tremendo
Extraio da veia tinta pa′ escrever
Uso um catéter flexível e luer pra o conter
Eu sou despretensioso, não simplório, não confundas
'Tou num ciclo vicioso, o mesmo círculo que tu circundas
Qual será o flagelo desta calamidade?
Vejo o mundo muito calmo
Quando se sabe, calmidade antecede tempestade
O povo está herege, privado do estudo, não cresce
Eu fujo dessa hipocrisia perentória
Procura fruto, mas não floresce
Desacato absoluto ao docente
Que ensina a sua sina
Mesmo assim não é suficiente
Tive muito tempo num paradoxo
Num silêncio eloquente
Sempre segui regras, ortodoxo
Mas rap foi diluente
Influente, o nosso pensamento é confluente
A mente é diligente e o objectivo é consistente
Fujo do ciúme, apenas confio no meu reflexo
O mundo é friúme, percebê-lo não é complexo
(Complexo, complexo)
Nas ruas abunda sacrilégio
Como disse Valete, ter amigos é um privilégio
É difícil saber em quem contar, com quem conciliar
Estão camuflados, e quando dás conta
Perdeste o teu lugar
São teus amigos até encontrares ouro
Pois esse brilho os cega, tornam se aves d′agouro
Rodeiam até virares carcaça, é tudo rato
Quem não tem cão caça como gato
Por isso eu fico na minha, desprovido de enfeites
Longe do egoísmo, egocentrismo, dos defeitos
Eu conheço bem os meus direitos
Oxímoro recito, por isso consideram-me antagónico
Simplesmente não me entendem, como se eu fosse afónico
Eu vivo o rap, estudei o diacrónico
Dou tudo, mas sinto-me num amor platónico
Aprendi com Saramago, epistémico e erudito
Incute e faz-me pensar no que foi dito
(Foi dito, foi dito)
Tenho ouvido de tísico
Uma discografia no psicofísico
No espaço físico ainda me sinto em albergaria
Onde tudo começou, sem ela
Não sei onde é que eu estaria, boy
Sabes o que é isso? O pecado, claro
Quem é que inventou o pecado?
E a partir do momento em que se inventa o pecado
O inventor passa a dispor de um instrumento
De domínio sobre o outro tremendo
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