Baque! Songtext
von Thiago Elniño
Baque! Songtext
Tem dias que a gente bate (Tem)
Tem dias que a gente apanha (Tem também)
Tem dias que a gente perde (Ô)
Tem dias que a gente ganha (Ai, ai, ai)
Tem dias que a gente corre (Vai, vai, vai, vai, vai, vai)
Tem dias que a gente é quem faz correr
O certo é que quem vive na força de Zambi
Vive a eternidade e nunca vai morrer
Tem dias que a gente bate (Tem mesmo)
Tem dias que a gente apanha (Volta aí)
Tem dias que a gente perde (Ah, ruim)
Tem dias que a gente ganha (Tem dia)
Tem dias que a gente corre (Vai, vai, vai, vai, vai, vai)
Tem dias que a gente é quem faz correr
O certo é que quem vive na força de Zambi
Vive a eternidade e nunca vai morrer
Eu tenho gostos vários de outros planos
Traduzo mundos que cês só vão entender quando cês morrer
Minha função aqui é ser gestor do plano mundano
Que vai fazer tua alma do corpo querer correr
Não fica triste não, sorria pra foto
Tua moral fora de foco não é de se surpreender
Onde faço show de almas loto, palavras troco
Por dinheiro sem precisar me vender
Cês tão careca de saber que o que me importa é os preto
Meu rap é tipo uma sessão de pretoterapia
Pros branco é tipo cirurgia sem anestesia
Invade o corpo, endoscopia
Eu podia te fuder, mas cê nem merece
Nesse sentido quem eu fodo nunca se esquece
Faça suas prece porque hoje eu tô Exu
E se vier de cristianismo, mano, vai tomar no cu
Sem homofobia aqui, beleza, certo?
As bicha preta eu respeito e quero por perto
Pois liberdade sempre foi a essência do que elas são
Isso é heteronormativo, não é sinal de evolução
Carai, o El Nino veio escaralhado
Um dos melhor do jogo, veio deixar legado
Meu rap é sinônimo da conexão
Dos preto que sempre foram e dos preto que sempre serão
Ei, menino branco, não se incomode
Nós já deixamo vocês vivo, então não fode
Né, seu Nino veio meio amire
Não é pra tanto, calma, calma, então respire
Cola com esses preto que cês reina
É o rolê dos leões nesse cenário cheio de hiena
É difícil não respeitar
Os menino tão com fome e é hora de quem não almoçou jantar
Tem dias que a gente bate
Tem dias que a gente apanha
Tem dias que a gente perde
Tem dias que a gente ganha
Tem dias que a gente corre
Tem dias que a gente é quem faz correr
O certo é que quem vive na força de Zambi
Vive a eternidade e nunca vai morrer
Tem dias que a gente bate (Tem)
Tem dias que a gente apanha (Tem)
Tem dias que a gente perde (Tem também)
Tem dias que a gente ganha (E você tem)
Tem dias que a gente corre (Vai, vai, vai, vai, vai, vai)
Tem dias que a gente é quem faz correr
O certo é que quem vive na força de Zambi
Vive a eternidade e nunca vai morrer
Botolém, tava pensando aqui
Sobre esse negócio de viver a eternidade
No meu espaço de fé a gente acredita que
A gente vem aqui pra aprender alguma coisa
Na bença do orixá
E se a gente não aprender, a gente
Volta pra esse mesmo lugar aqui de novo
Então, pra além de tá deixando as coisas pra próxima geração
Tem a possibilidade da gente tá deixando pra gente mesmo
Porque a gente pode encontrar a música que a gente criou
Então tem que respeitar o que a gente
Tá fazendo porque a coisa é séria
A coisa é de respeito, mas tem uns sujeito que não respeita
Aí vem desafiar, vem tirar
E ó, se vim vai cair, mano
Se vim vai cair se não respeitar
A gente faz o negócio com amor, a gente faz o negócio direitin
Nossa música é feita no espaço de fé, no espaço de luta
Tá achando o quê?
Vai encontrar as próxima geração se Pai encontra a gente mesmo
Papo de encruzilhada, sabe?
Aliás, laroyê
Tem dias que a gente apanha (Tem também)
Tem dias que a gente perde (Ô)
Tem dias que a gente ganha (Ai, ai, ai)
Tem dias que a gente corre (Vai, vai, vai, vai, vai, vai)
Tem dias que a gente é quem faz correr
O certo é que quem vive na força de Zambi
Vive a eternidade e nunca vai morrer
Tem dias que a gente bate (Tem mesmo)
Tem dias que a gente apanha (Volta aí)
Tem dias que a gente perde (Ah, ruim)
Tem dias que a gente ganha (Tem dia)
Tem dias que a gente corre (Vai, vai, vai, vai, vai, vai)
Tem dias que a gente é quem faz correr
O certo é que quem vive na força de Zambi
Vive a eternidade e nunca vai morrer
Eu tenho gostos vários de outros planos
Traduzo mundos que cês só vão entender quando cês morrer
Minha função aqui é ser gestor do plano mundano
Que vai fazer tua alma do corpo querer correr
Não fica triste não, sorria pra foto
Tua moral fora de foco não é de se surpreender
Onde faço show de almas loto, palavras troco
Por dinheiro sem precisar me vender
Cês tão careca de saber que o que me importa é os preto
Meu rap é tipo uma sessão de pretoterapia
Pros branco é tipo cirurgia sem anestesia
Invade o corpo, endoscopia
Eu podia te fuder, mas cê nem merece
Nesse sentido quem eu fodo nunca se esquece
Faça suas prece porque hoje eu tô Exu
E se vier de cristianismo, mano, vai tomar no cu
Sem homofobia aqui, beleza, certo?
As bicha preta eu respeito e quero por perto
Pois liberdade sempre foi a essência do que elas são
Isso é heteronormativo, não é sinal de evolução
Carai, o El Nino veio escaralhado
Um dos melhor do jogo, veio deixar legado
Meu rap é sinônimo da conexão
Dos preto que sempre foram e dos preto que sempre serão
Ei, menino branco, não se incomode
Nós já deixamo vocês vivo, então não fode
Né, seu Nino veio meio amire
Não é pra tanto, calma, calma, então respire
Cola com esses preto que cês reina
É o rolê dos leões nesse cenário cheio de hiena
É difícil não respeitar
Os menino tão com fome e é hora de quem não almoçou jantar
Tem dias que a gente bate
Tem dias que a gente apanha
Tem dias que a gente perde
Tem dias que a gente ganha
Tem dias que a gente corre
Tem dias que a gente é quem faz correr
O certo é que quem vive na força de Zambi
Vive a eternidade e nunca vai morrer
Tem dias que a gente bate (Tem)
Tem dias que a gente apanha (Tem)
Tem dias que a gente perde (Tem também)
Tem dias que a gente ganha (E você tem)
Tem dias que a gente corre (Vai, vai, vai, vai, vai, vai)
Tem dias que a gente é quem faz correr
O certo é que quem vive na força de Zambi
Vive a eternidade e nunca vai morrer
Botolém, tava pensando aqui
Sobre esse negócio de viver a eternidade
No meu espaço de fé a gente acredita que
A gente vem aqui pra aprender alguma coisa
Na bença do orixá
E se a gente não aprender, a gente
Volta pra esse mesmo lugar aqui de novo
Então, pra além de tá deixando as coisas pra próxima geração
Tem a possibilidade da gente tá deixando pra gente mesmo
Porque a gente pode encontrar a música que a gente criou
Então tem que respeitar o que a gente
Tá fazendo porque a coisa é séria
A coisa é de respeito, mas tem uns sujeito que não respeita
Aí vem desafiar, vem tirar
E ó, se vim vai cair, mano
Se vim vai cair se não respeitar
A gente faz o negócio com amor, a gente faz o negócio direitin
Nossa música é feita no espaço de fé, no espaço de luta
Tá achando o quê?
Vai encontrar as próxima geração se Pai encontra a gente mesmo
Papo de encruzilhada, sabe?
Aliás, laroyê
Writer(s): Thiago Henrique Miranda Da Silva Lyrics powered by www.musixmatch.com

