Guerra e Paz Songtext
von Sérgio Godinho
Guerra e Paz Songtext
Inda agora aqui chegado
Meu cavalo já cansado
Trago o peito enamorado
E a armadura em desalinho
Minha espada eu embainho
Dai-me carne e dai-me vinho
Sou guerreiro por quimera
Era uma vez um rapaz
A vê-lo avançar entre a guerra e a paz
Dai-me carne e dai-me vinho
Dai-me uma mesa de pinho
Estendai toalha de linho
Quando estenderei os dedos
Vê-de anéis os enredos
Das conquistas dos degredos
Assim eu contar pudera
Era uma vez um rapaz
A vê-lo avançar entre a guerra e a paz
Guerreiros são só pontos no horizonte
A monta, montando o guerreiro sem parar
A paz foi tudo o que ele foi buscar
Guerra e paz, par e passo, irmãs são
Guerra e paz, par e passo vão
De cada vez que me conto
Sei que me acrescento um ponto
Um cavalo novo monto
E uma donzela arrebato
Despedido do recato
Volto à calma ou desacato
Volto ao pardal, à pantera
Era uma vez um rapaz
A vê-lo avançar entre a guerra e a paz
Volto à calma ou desacato
De masmorras me resgato
Colorido é o meu retrato
Preto e branco o meu caixilho
O que fazes tu, meu filho?
Outras guitarras dedilho
Sou trovador por quimera
Era uma vez um rapaz
A vê-lo avançar entre a guerra e a paz
Guerreiros são só pontos no horizonte
A monta, montando o guerreiro sem parar
A paz foi tudo o que ele foi buscar
Guerra e paz, par e passo, irmãs são
Guerra e paz, par e passo vão
E de meandro em meandro
Vou-me a circo navegando
Sou as estrelas buscando
O outro lado da busca
Mas o centro a noite ofusca
De uma forma doce e brusca
Assim eu amar soubera
Era uma vez um rapaz
A vê-lo avançar entre a guerra e a paz
Guerreiros são só pontos no horizonte
A monta, montando o guerreiro sem parar
A paz foi tudo o que ele foi buscar
Guerra e paz, par e passo, irmãs são
Guerra e paz, par e passo vão
Retomada à vida o gosto
Meu cavalo recomposto
No cabelo um fogo posto
Novos povos atravesso
Desta forma me despeço
Do fracasso e do sucesso
Ladrões de quem os venera
Era uma vez um rapaz
A vê-lo avançar entre a guerra e a paz
Desta forma me despeço
A viagem recomeço
E se a casa não regresso
É que outras casas me abrigam
Outros braços já me anigam
Minhas brigas desfatigam
Uma luz na primavera
Era uma vez um rapaz
A vê-lo avançar entre a guerra e a paz
Meu cavalo já cansado
Trago o peito enamorado
E a armadura em desalinho
Minha espada eu embainho
Dai-me carne e dai-me vinho
Sou guerreiro por quimera
Era uma vez um rapaz
A vê-lo avançar entre a guerra e a paz
Dai-me carne e dai-me vinho
Dai-me uma mesa de pinho
Estendai toalha de linho
Quando estenderei os dedos
Vê-de anéis os enredos
Das conquistas dos degredos
Assim eu contar pudera
Era uma vez um rapaz
A vê-lo avançar entre a guerra e a paz
Guerreiros são só pontos no horizonte
A monta, montando o guerreiro sem parar
A paz foi tudo o que ele foi buscar
Guerra e paz, par e passo, irmãs são
Guerra e paz, par e passo vão
De cada vez que me conto
Sei que me acrescento um ponto
Um cavalo novo monto
E uma donzela arrebato
Despedido do recato
Volto à calma ou desacato
Volto ao pardal, à pantera
Era uma vez um rapaz
A vê-lo avançar entre a guerra e a paz
Volto à calma ou desacato
De masmorras me resgato
Colorido é o meu retrato
Preto e branco o meu caixilho
O que fazes tu, meu filho?
Outras guitarras dedilho
Sou trovador por quimera
Era uma vez um rapaz
A vê-lo avançar entre a guerra e a paz
Guerreiros são só pontos no horizonte
A monta, montando o guerreiro sem parar
A paz foi tudo o que ele foi buscar
Guerra e paz, par e passo, irmãs são
Guerra e paz, par e passo vão
E de meandro em meandro
Vou-me a circo navegando
Sou as estrelas buscando
O outro lado da busca
Mas o centro a noite ofusca
De uma forma doce e brusca
Assim eu amar soubera
Era uma vez um rapaz
A vê-lo avançar entre a guerra e a paz
Guerreiros são só pontos no horizonte
A monta, montando o guerreiro sem parar
A paz foi tudo o que ele foi buscar
Guerra e paz, par e passo, irmãs são
Guerra e paz, par e passo vão
Retomada à vida o gosto
Meu cavalo recomposto
No cabelo um fogo posto
Novos povos atravesso
Desta forma me despeço
Do fracasso e do sucesso
Ladrões de quem os venera
Era uma vez um rapaz
A vê-lo avançar entre a guerra e a paz
Desta forma me despeço
A viagem recomeço
E se a casa não regresso
É que outras casas me abrigam
Outros braços já me anigam
Minhas brigas desfatigam
Uma luz na primavera
Era uma vez um rapaz
A vê-lo avançar entre a guerra e a paz
Writer(s): Juan A. Pascual Garcia, Mario Page Garcia, Roberto Torralba Cid, Clemente Garzon Morales, Alfonso Lucas Nieto Lyrics powered by www.musixmatch.com

