Endocárcere Songtext
von Sad Theory
Endocárcere Songtext
Em alvíssimo cômodo pereço
Longilíneos astros brancos me ofuscam
Eletrodos, catéteres que me buscam
Morbidades que me cobram o seu preço
Donzelas brancas de olhares atentos
Laborando, discutindo amenidades
Debatendo suas variadas verdades
Enquanto limpam todos meus excrementos
Os olhos acompanhando o movimento
Até o limite de um canto da pálpebra
Que é a fronteira do campo dessa catedra
Bem no alto desta torre de cimento
Meus restantes movimentos são negados
Um capricho de perversa enfermidade
Tento muito conservar a sanidade
Tudo em vão, pois ela esvai-se em bocados
Minha prole toda implora: Seja forte
Mas no fundo eles querem que me vá
Bem como eu, o que eu quero é ir pra lá
Ao aconchego eterno da minha morte
Mas então um novo invento se desvela
Engenhosa livração da alma ativa
Transferindo esta mente então cativa
Deste corpo tão tomado por mazela
Mente agora faz mudança de morada
O amado se tornou receptáculo
Mas cansou-se de viver o espetáculo
Procurando desligar-me da tomada
Meus restantes movimentos são negados
Um capricho de perversa enfermidade
Tento muito conservar a sanidade
Tudo em vão, pois ela esvai-se em bocados
Minha prole toda implora: Seja forte
Mas no fundo eles querem que me vá
Bem como eu, o que eu quero é ir pra lá
Ao aconchego eterno da minha morte
Mas então um novo invento se desvela
Engenhosa livração da alma ativa
Transferindo esta mente então cativa
Deste corpo tão tomado por mazela
Sua vileza, enfim, se fez notar
Desvencilhando-se em notável astúcia
Condenado, eu aquiesço em pelúcia
A fitar, inerme, as eras a passar
Minha prole toda implora: Seja forte
Mas no fundo eles querem que me vá
Bem como eu, o que eu quero é ir pra lá
Ao aconchego eterno da minha morte
Mas então um novo invento se desvela
Engenhosa livração da alma ativa
Transferindo esta mente então cativa
Deste corpo tão tomado por mazela
Longilíneos astros brancos me ofuscam
Eletrodos, catéteres que me buscam
Morbidades que me cobram o seu preço
Donzelas brancas de olhares atentos
Laborando, discutindo amenidades
Debatendo suas variadas verdades
Enquanto limpam todos meus excrementos
Os olhos acompanhando o movimento
Até o limite de um canto da pálpebra
Que é a fronteira do campo dessa catedra
Bem no alto desta torre de cimento
Meus restantes movimentos são negados
Um capricho de perversa enfermidade
Tento muito conservar a sanidade
Tudo em vão, pois ela esvai-se em bocados
Minha prole toda implora: Seja forte
Mas no fundo eles querem que me vá
Bem como eu, o que eu quero é ir pra lá
Ao aconchego eterno da minha morte
Mas então um novo invento se desvela
Engenhosa livração da alma ativa
Transferindo esta mente então cativa
Deste corpo tão tomado por mazela
Mente agora faz mudança de morada
O amado se tornou receptáculo
Mas cansou-se de viver o espetáculo
Procurando desligar-me da tomada
Meus restantes movimentos são negados
Um capricho de perversa enfermidade
Tento muito conservar a sanidade
Tudo em vão, pois ela esvai-se em bocados
Minha prole toda implora: Seja forte
Mas no fundo eles querem que me vá
Bem como eu, o que eu quero é ir pra lá
Ao aconchego eterno da minha morte
Mas então um novo invento se desvela
Engenhosa livração da alma ativa
Transferindo esta mente então cativa
Deste corpo tão tomado por mazela
Sua vileza, enfim, se fez notar
Desvencilhando-se em notável astúcia
Condenado, eu aquiesço em pelúcia
A fitar, inerme, as eras a passar
Minha prole toda implora: Seja forte
Mas no fundo eles querem que me vá
Bem como eu, o que eu quero é ir pra lá
Ao aconchego eterno da minha morte
Mas então um novo invento se desvela
Engenhosa livração da alma ativa
Transferindo esta mente então cativa
Deste corpo tão tomado por mazela
Writer(s): Aly Fioren, Daniel Franco Lyrics powered by www.musixmatch.com

