Compasso 3/1 Songtext
von Raízes
Compasso 3/1 Songtext
Tambor chama no morro, ecoou na viela
Quem nasceu no concreto também nasceu estrela
Oia, sopra no beco, Xangô risca o chão
Cada filho da periferia carrega a revolução
Sobe, sobe, ninguém vai cair
Bate o tambor, estamos aqui
Resiste, insiste, pode vir
Nascemos do chão pra construir
Sobe, sobe, pode ouvir
A voz da favela vai explodir
Resiste, insiste até surgir
O novo amanhã vai existir
Sobe, sobe, ninguém vai cair
Bate o tambor, estamos aqui
Resiste, insiste, pode vir
Nascemos do chão pra construir
Sobe, sobe, pode ouvir
A voz da favela vai explodir
Resiste, insiste até surgir
O novo amanhã vai existir
Aqui é onde o sinal fecha e a sirene faz refrão
Onde a infância troca bola por preocupação
Onde o caderno vem rasgado, falta livro, falta luz
Mas existe inteligência que o sistema não traduz
O CEP virou sentença antes mesmo da largada
Se nascer do lado errado, já o julgam pela fachada
A quem chame de mérito sem conhecer a caminhada
Quer falar de igualdade? Então visite a quebrada
Vi talento virar número reduzido a estatisticamente rara
Soterrada por uma lógica elitista
Escola sucateada, promessa oportunista
E o futuro sendo rifado por política egoísta
Mas ninguém baixa a guarda nem aceita definição
Se o mapa foi traçado, refazemo′ a direção
Transformando cada queda em impulso e superação
A favela escreve história com coragem e precisão
Se tentam parar, aprendemos a insistir
Se erguem barreiras, sabemos resistir
O tambor já anunciou, chegou a hora de existir
Do ventre da luta, viemos para construir
Se tentam parar, aprendemos a insistir
Se erguem barreiras, sabemos resistir
O tambor já anunciou, chegou a hora de existir
Do ventre da luta, viemos para construir
Cada cicatriz virou direção
Cada queda virou elevação
Quem plantou suor colhe transformação
É fé, disciplina e visão
Sobe, sobe, ninguém vai cair
Bate o tambor, estamos aqui
Resiste, insiste, pode vir
Nascemos do chão pra construir
Sobe, sobe, pode ouvir
A voz da favela vai explodir
Resiste, insiste até surgir
O novo amanhã vai existir
Sobe, sobe, ninguém vai cair
Bate o tambor, estamos aqui
Resiste, insiste, pode vir
Nascemos do chão pra construir
Sobe, sobe, pode ouvir
A voz da favela vai explodir
Resiste, insiste até surgir
O novo amanhã vai existir
Escute o tambor, ele não mente
Cada batida diz: siga em frente
Há futuro chamando na voz da semente
Sem atalho, sem perdão
Pé no barro, coração
Sem esmola, sem prisão
Consciência é munição
Disseram que o topo não combina com favela
Que diploma seria apenas viragem na janela
Mas eu vi negros, pardos e índios tornarem-se doutores
Vi a luta das famílias transformar trajetórias
Cada não recebido virou degrau na escalada
Cada porta que fechou fortaleceu a jornada
Enquanto muitos desacreditavam da virada
Construímos revolução no silêncio da madrugada
Sem herança, sem padrinho, sem atalho, sem favor
Só disciplina convertendo lágrima em valor
O sistema quer limite, mas ampliamos o corredor
Onde plantaram escassez, semeram os esplendor
Porque o gueto não é falta, é potência repressada
Quando encontra direção, não existe barricada
Cada sonho realizado ilumina a quebrada
E abre estrada para a próxima caminhada
Se tentam parar, aprendemos a insistir
Se erguem barreiras, sabemos resistir
O tambor já anunciou, chegou a hora de existir
Do ventre da luta, viemos para construir
Se tentam parar, aprendemos a insistir
Se erguem barreiras, sabemos resistir
O tambor já anunciou, chegou a hora de existir
Do ventre da luta, viemos para construir
Cada cicatriz virou direção
Cada queda virou elevação
Quem plantou suor colhe transformação
É fé, disciplina e visão
Sobe, sobe, ninguém vai cair
Bate o tambor, estamos aqui
Resiste, insiste, pode vir
Nascemos do chão pra construir
Sobe, sobe, pode ouvir
A voz da favela vai explodir
Resiste, insiste até surgir
O novo amanhã vai existir
Sobe, sobe, ninguém vai cair
Bate o tambor, estamos aqui
Resiste, insiste, pode vir
Nascemos do chão pra construir
Sobe, sobe, pode ouvir
A voz da favela vai explodir
Resiste, insiste até surgir
O novo amanhã vai existir
O tambor não silencia
Mesmo na escuridão
Há futuro germinando
Debaixo do chão
Tambor resiste
Tambor insiste
Tambor existe
E o amanhã já vem
Quem nasceu no concreto também nasceu estrela
Oia, sopra no beco, Xangô risca o chão
Cada filho da periferia carrega a revolução
Sobe, sobe, ninguém vai cair
Bate o tambor, estamos aqui
Resiste, insiste, pode vir
Nascemos do chão pra construir
Sobe, sobe, pode ouvir
A voz da favela vai explodir
Resiste, insiste até surgir
O novo amanhã vai existir
Sobe, sobe, ninguém vai cair
Bate o tambor, estamos aqui
Resiste, insiste, pode vir
Nascemos do chão pra construir
Sobe, sobe, pode ouvir
A voz da favela vai explodir
Resiste, insiste até surgir
O novo amanhã vai existir
Aqui é onde o sinal fecha e a sirene faz refrão
Onde a infância troca bola por preocupação
Onde o caderno vem rasgado, falta livro, falta luz
Mas existe inteligência que o sistema não traduz
O CEP virou sentença antes mesmo da largada
Se nascer do lado errado, já o julgam pela fachada
A quem chame de mérito sem conhecer a caminhada
Quer falar de igualdade? Então visite a quebrada
Vi talento virar número reduzido a estatisticamente rara
Soterrada por uma lógica elitista
Escola sucateada, promessa oportunista
E o futuro sendo rifado por política egoísta
Mas ninguém baixa a guarda nem aceita definição
Se o mapa foi traçado, refazemo′ a direção
Transformando cada queda em impulso e superação
A favela escreve história com coragem e precisão
Se tentam parar, aprendemos a insistir
Se erguem barreiras, sabemos resistir
O tambor já anunciou, chegou a hora de existir
Do ventre da luta, viemos para construir
Se tentam parar, aprendemos a insistir
Se erguem barreiras, sabemos resistir
O tambor já anunciou, chegou a hora de existir
Do ventre da luta, viemos para construir
Cada cicatriz virou direção
Cada queda virou elevação
Quem plantou suor colhe transformação
É fé, disciplina e visão
Sobe, sobe, ninguém vai cair
Bate o tambor, estamos aqui
Resiste, insiste, pode vir
Nascemos do chão pra construir
Sobe, sobe, pode ouvir
A voz da favela vai explodir
Resiste, insiste até surgir
O novo amanhã vai existir
Sobe, sobe, ninguém vai cair
Bate o tambor, estamos aqui
Resiste, insiste, pode vir
Nascemos do chão pra construir
Sobe, sobe, pode ouvir
A voz da favela vai explodir
Resiste, insiste até surgir
O novo amanhã vai existir
Escute o tambor, ele não mente
Cada batida diz: siga em frente
Há futuro chamando na voz da semente
Sem atalho, sem perdão
Pé no barro, coração
Sem esmola, sem prisão
Consciência é munição
Disseram que o topo não combina com favela
Que diploma seria apenas viragem na janela
Mas eu vi negros, pardos e índios tornarem-se doutores
Vi a luta das famílias transformar trajetórias
Cada não recebido virou degrau na escalada
Cada porta que fechou fortaleceu a jornada
Enquanto muitos desacreditavam da virada
Construímos revolução no silêncio da madrugada
Sem herança, sem padrinho, sem atalho, sem favor
Só disciplina convertendo lágrima em valor
O sistema quer limite, mas ampliamos o corredor
Onde plantaram escassez, semeram os esplendor
Porque o gueto não é falta, é potência repressada
Quando encontra direção, não existe barricada
Cada sonho realizado ilumina a quebrada
E abre estrada para a próxima caminhada
Se tentam parar, aprendemos a insistir
Se erguem barreiras, sabemos resistir
O tambor já anunciou, chegou a hora de existir
Do ventre da luta, viemos para construir
Se tentam parar, aprendemos a insistir
Se erguem barreiras, sabemos resistir
O tambor já anunciou, chegou a hora de existir
Do ventre da luta, viemos para construir
Cada cicatriz virou direção
Cada queda virou elevação
Quem plantou suor colhe transformação
É fé, disciplina e visão
Sobe, sobe, ninguém vai cair
Bate o tambor, estamos aqui
Resiste, insiste, pode vir
Nascemos do chão pra construir
Sobe, sobe, pode ouvir
A voz da favela vai explodir
Resiste, insiste até surgir
O novo amanhã vai existir
Sobe, sobe, ninguém vai cair
Bate o tambor, estamos aqui
Resiste, insiste, pode vir
Nascemos do chão pra construir
Sobe, sobe, pode ouvir
A voz da favela vai explodir
Resiste, insiste até surgir
O novo amanhã vai existir
O tambor não silencia
Mesmo na escuridão
Há futuro germinando
Debaixo do chão
Tambor resiste
Tambor insiste
Tambor existe
E o amanhã já vem
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