SEM SABER SENTAR Songtext
von O Simples Mente
SEM SABER SENTAR Songtext
Sem saber sentar
Não faço por mal
Não foi sempre assim
Já foi natural
Nem todo o hábito é sagrado
′Tou só a medir o salto, que tou a um passo de fugir
Ou atirar-me
A sonhar, que no fundo do penhasco
Haja um palco e gente a sorrir aos saltos
Com força para me aturar
Difícil foi maturar que depois de te interares
Não há como relaxar a dor no peito
Não é por não ter vontade
É só não saber lidar com o medo de falhar
Na missão de ser perfeito
Não interessa o que podia ou não podia ser
Nem a promessa que fizeste
Se foi só dizer
Nem a faceta que me deste
Se foi só uma vez
Mas olha que a vitória é uma escolha e só tu vais saber
Perto de perder noção
Presto por ceder razão
Certo, segue o coração, vê!
Que o teste é o da gratidão
E o resto não consegue ver
O que podia ou não podia ser
Recorto o meu sonho, com uma Serra da Estrela
Ponho-me ao sol, cá dentro ainda neva
Eu sou tão pobre, se cumprir as regras
Por isso é que eu vou, e espero que tu venhas
Não interessa o que eu sou, tu és só um extra
O sucesso é engodo, eu quero que tu sejas
Tudo o que desejas, beija-me
Sem saber sentar
Eu juro que às vezes fico maluco comigo
Tão maluco comigo
Eu juro que às vezes fico maluco comigo
Tão maluco comigo
Às vezes nem sentar consigo
E se tentar vacilo
Eu sei que é um perigo, se ficar sozinho
Mas às vezes eu fico
Maluco comigo
E faz um tempo que às vezes a luz da via sobra
Sei que era fixe veres-me a cara
Mas eu prefiro andar na sombra
E mesmo que eu deitasse no teu colo
Não a sabias toda
Fixa uma merda: o teu valor não é da tua obra
Disse-me a psicóloga!
Que eu inventei na cabeça
E com quem tenho monólogos
Para ver se dou a volta à história
Ou para me sentir menos sozinho na paranoia
O que é facto é que falamos durante horas
E ela disse
"Que ficas aí a olhar, mano?"
Fico bué feliz que não me compares
Com o que é sano
Que eu faço isso e faz parte do plano
Mas 'tás-me a perguntar se rende para quê, pá?
É que eu ′tou só a fazer o começo parecer fácil
Isto não é como fazer um trono para sentar
Mas de ver tanta gente a sorrir
Já nem consigo sentar
O que eu senti, pá!
Não faço por mal
Não foi sempre assim
Já foi natural
Nem todo o hábito é sagrado
′Tou só a medir o salto, que tou a um passo de fugir
Ou atirar-me
A sonhar, que no fundo do penhasco
Haja um palco e gente a sorrir aos saltos
Com força para me aturar
Difícil foi maturar que depois de te interares
Não há como relaxar a dor no peito
Não é por não ter vontade
É só não saber lidar com o medo de falhar
Na missão de ser perfeito
Não interessa o que podia ou não podia ser
Nem a promessa que fizeste
Se foi só dizer
Nem a faceta que me deste
Se foi só uma vez
Mas olha que a vitória é uma escolha e só tu vais saber
Perto de perder noção
Presto por ceder razão
Certo, segue o coração, vê!
Que o teste é o da gratidão
E o resto não consegue ver
O que podia ou não podia ser
Recorto o meu sonho, com uma Serra da Estrela
Ponho-me ao sol, cá dentro ainda neva
Eu sou tão pobre, se cumprir as regras
Por isso é que eu vou, e espero que tu venhas
Não interessa o que eu sou, tu és só um extra
O sucesso é engodo, eu quero que tu sejas
Tudo o que desejas, beija-me
Sem saber sentar
Eu juro que às vezes fico maluco comigo
Tão maluco comigo
Eu juro que às vezes fico maluco comigo
Tão maluco comigo
Às vezes nem sentar consigo
E se tentar vacilo
Eu sei que é um perigo, se ficar sozinho
Mas às vezes eu fico
Maluco comigo
E faz um tempo que às vezes a luz da via sobra
Sei que era fixe veres-me a cara
Mas eu prefiro andar na sombra
E mesmo que eu deitasse no teu colo
Não a sabias toda
Fixa uma merda: o teu valor não é da tua obra
Disse-me a psicóloga!
Que eu inventei na cabeça
E com quem tenho monólogos
Para ver se dou a volta à história
Ou para me sentir menos sozinho na paranoia
O que é facto é que falamos durante horas
E ela disse
"Que ficas aí a olhar, mano?"
Fico bué feliz que não me compares
Com o que é sano
Que eu faço isso e faz parte do plano
Mas 'tás-me a perguntar se rende para quê, pá?
É que eu ′tou só a fazer o começo parecer fácil
Isto não é como fazer um trono para sentar
Mas de ver tanta gente a sorrir
Já nem consigo sentar
O que eu senti, pá!
Writer(s): Leonardo Amorim Lyrics powered by www.musixmatch.com
