PINTOR Songtext
von O Simples Mente
PINTOR Songtext
Qual é o tom
Com que marcas as palavras já sem cor
Qual é o tom
Com que manchas as palavras à pintor
Ou escreves essas falas chapitô
Eu prefiro más caras sorri só
Enganou-se
Quem viu na autoestima um homem morto
É enorme
A vida a ser vista de um ângulo bom
Eu vim só
Dar um abraço a quem se importe
E avisar
Que o meu sono ele enganou-se
O que era sempre arroz hoje é risoto
Não ergues sempre a voz se te irritou
Eu vim só
Dar um abraço a quem se importe
E avisar
Que o meu sono ele enganou-se
Vi-me na passadeira
E decidi não travar
Vi-me na passadeira
Vi-me na passadeira
Vivi na passadeira
E decidi não travar
Vem cantar
Sente-te em paz acende que há ali um
Ser sensato é uma obra de arte
Mesmo que não faça puto
Sem inventário
Não tens que inventar assunto
Sente-te em paz meu puto
Que já ′tás a ajudar o mundo
Para te tolerar sai do cenário
Para mim o teu saldo é secundário
Então vou fazer o luto
Não grites que está em mute o som
A única solução é saberes
Qual é o tom
Com que marcas as palavras já sem cor
Qual é o tom
Com que manchas as palavras à pintor
Ou escreves essas falas chapitô
Eu prefiro más caras sorri só
Enganou-se
Quem viu na autoestima um homem morto
É enorme a vida a ser vista de um ângulo bom
Eu vim só
Dar um abraço a quem se importe
E avisar
Que o meu sono ele enganou-se
O que era sempre arroz hoje é risoto
Não ergues sempre a voz se te irritou
Eu vim só
Ele enganou-se
Com que marcas as palavras já sem cor
Qual é o tom
Com que manchas as palavras à pintor
Ou escreves essas falas chapitô
Eu prefiro más caras sorri só
Enganou-se
Quem viu na autoestima um homem morto
É enorme
A vida a ser vista de um ângulo bom
Eu vim só
Dar um abraço a quem se importe
E avisar
Que o meu sono ele enganou-se
O que era sempre arroz hoje é risoto
Não ergues sempre a voz se te irritou
Eu vim só
Dar um abraço a quem se importe
E avisar
Que o meu sono ele enganou-se
Vi-me na passadeira
E decidi não travar
Vi-me na passadeira
Vi-me na passadeira
Vivi na passadeira
E decidi não travar
Vem cantar
Sente-te em paz acende que há ali um
Ser sensato é uma obra de arte
Mesmo que não faça puto
Sem inventário
Não tens que inventar assunto
Sente-te em paz meu puto
Que já ′tás a ajudar o mundo
Para te tolerar sai do cenário
Para mim o teu saldo é secundário
Então vou fazer o luto
Não grites que está em mute o som
A única solução é saberes
Qual é o tom
Com que marcas as palavras já sem cor
Qual é o tom
Com que manchas as palavras à pintor
Ou escreves essas falas chapitô
Eu prefiro más caras sorri só
Enganou-se
Quem viu na autoestima um homem morto
É enorme a vida a ser vista de um ângulo bom
Eu vim só
Dar um abraço a quem se importe
E avisar
Que o meu sono ele enganou-se
O que era sempre arroz hoje é risoto
Não ergues sempre a voz se te irritou
Eu vim só
Ele enganou-se
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