Essa é que é essa Songtext
von Mário Mata
Essa é que é essa Songtext
O Português é um simpático
Lacónico, bonacheirão
Que sofre do orgão linfático
E ainda pede perdão
O português burocrático
Sem ter euro nem tostão
Passa o dia apático
À espera do dia não, do dia não
Essa é que é essa
Bem gritava o Zé da Escada
Ou andamos mais depressa
Ou não conseguimos nada
Essa é que é essa
Grita o povo já cansado
Estamos fartos de promessas
Neste país tão mudado
Anda o povinho enganado
Mas afinal
Anda o país às avessas
E depois acham normal
Ah pois é
Ah pois é
Afinal essa é que é essa
Anda o país às avessas
Afinal essa é que é essa
Estamos fartos de promessas
O português é um neurótico
Autodidata, auto-medicado
Anti-depressivo, antibiótico
Exótico quase que estrambótico
Empinado no seu tom retórico
Amante e viajado
Agarrado ao seu passado histórico
Muito etílico muito fado, muito fado
Essa é que é essa
Bem gritava o Zé da Escada
Ou andamos mais depressa
Ou não conseguimos nada
Essa é que é essa
Grita o povo já cansado
Estamos fartos de promessas
Neste país tão mudado
Anda o povinho enganado
Mas afinal
Anda o país às avessas
E depois acham normal
Ah pois é
Ah pois é
Afinal essa é que é essa
Anda o país às avessas
Afinal essa é que é essa
Estamos fartos de promessas
O português é um lúdico
Arriscaria quase caso único
De franco-estrabismo e autista
O português é o verdadeiro artista
Interligado às suas musas
Talvez um pouco abstrusas
Mergulhado em terras pouco lusas
E cada vez mais confusas, muito confusas
Essa é que é essa
Bem gritava o Zé da Escada
Ou andamos mais depressa
Ou não conseguimos nada
Essa é que é essa
Grita o povo já cansado
Estamos fartos de promessas
Neste país tão mudado
Anda o povinho enganado
Mas afinal
Anda o país às avessas
E depois acham normal
Ah pois é
Ah pois é
Afinal essa é que é essa
Anda o país às avessas
Afinal essa é que é essa
Estamos fartos de promessas
Lacónico, bonacheirão
Que sofre do orgão linfático
E ainda pede perdão
O português burocrático
Sem ter euro nem tostão
Passa o dia apático
À espera do dia não, do dia não
Essa é que é essa
Bem gritava o Zé da Escada
Ou andamos mais depressa
Ou não conseguimos nada
Essa é que é essa
Grita o povo já cansado
Estamos fartos de promessas
Neste país tão mudado
Anda o povinho enganado
Mas afinal
Anda o país às avessas
E depois acham normal
Ah pois é
Ah pois é
Afinal essa é que é essa
Anda o país às avessas
Afinal essa é que é essa
Estamos fartos de promessas
O português é um neurótico
Autodidata, auto-medicado
Anti-depressivo, antibiótico
Exótico quase que estrambótico
Empinado no seu tom retórico
Amante e viajado
Agarrado ao seu passado histórico
Muito etílico muito fado, muito fado
Essa é que é essa
Bem gritava o Zé da Escada
Ou andamos mais depressa
Ou não conseguimos nada
Essa é que é essa
Grita o povo já cansado
Estamos fartos de promessas
Neste país tão mudado
Anda o povinho enganado
Mas afinal
Anda o país às avessas
E depois acham normal
Ah pois é
Ah pois é
Afinal essa é que é essa
Anda o país às avessas
Afinal essa é que é essa
Estamos fartos de promessas
O português é um lúdico
Arriscaria quase caso único
De franco-estrabismo e autista
O português é o verdadeiro artista
Interligado às suas musas
Talvez um pouco abstrusas
Mergulhado em terras pouco lusas
E cada vez mais confusas, muito confusas
Essa é que é essa
Bem gritava o Zé da Escada
Ou andamos mais depressa
Ou não conseguimos nada
Essa é que é essa
Grita o povo já cansado
Estamos fartos de promessas
Neste país tão mudado
Anda o povinho enganado
Mas afinal
Anda o país às avessas
E depois acham normal
Ah pois é
Ah pois é
Afinal essa é que é essa
Anda o país às avessas
Afinal essa é que é essa
Estamos fartos de promessas
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