Teco teco Songtext
von Las Taradas
Teco teco Songtext
Teco, teco, teco, teco, teco
Na bola de gude era o meu viver
Quando criança no meio da garotada
Com a sacola do lado só jogava pra valer
Não fazia roupa de boneca
Nem tampouco convivia com as garotas
Do meu bairro que era natural
Subia em poste, soltava papagaio
Até meus quatorze anos
Será esse o meu mal?
Teco, teco, teco, teco, teco
Na bola de gude era o meu viver
Quando criança no meio da garotada
Com a sacola do lado só jogava pra valer
Não fazia roupa de boneca
Nem tampouco convivia com as garotas
Do meu bairro que era natural
Subia em poste, soltava papagaio
Até meus quatorze anos
Será esse o meu mal?
Com a mania de garota folgazã
Em toda parte que eu passava encontrava um fã
Quando havia festa na capela do lugar
Era a primeira a ser chamada para ir cantar
Assim vivendo ouvi meu nome ser falado
Em todo canto, todo lado
Até por quem nunca me viu
E hoje a minha grande alegria
É cantar com cortesia para o povo do Brasil
Com a mania de garota folgazã
Em toda parte que eu passava encontrava um fã
Quando havia festa na capela do lugar
Era a primeira a ser chamada para ir cantar
Assim vivendo ouvi meu nome ser falado
Em todo canto, todo lado
Até por quem nunca me viu
E hoje a minha grande alegria
É cantar com cortesia para o povo do Brasil
Vai!
Sacode, sacode, sacode, sacode
Rebola, rebola, rebola, requebra
Teco, teco, teco, teco, teco
Na bola de gude era o meu viver
Quando criança no meio da garotada
Com a sacola do lado só jogava pra valer
Não fazia roupa de boneca
Nem tampouco convivia com as garotas
Do meu bairro que era natural
Subia em poste, soltava papagaio
Até meus quatorze anos
Será esse o meu mal?
Subia em poste, soltava papagaio
Até meus quatorze anos
Será esse o meu mal?
Subia em poste, soltava papagaio
Até meus quatorze anos
Será esse o meu mal?
Valeu, Titia!
Valeu, Priscila!
Na bola de gude era o meu viver
Quando criança no meio da garotada
Com a sacola do lado só jogava pra valer
Não fazia roupa de boneca
Nem tampouco convivia com as garotas
Do meu bairro que era natural
Subia em poste, soltava papagaio
Até meus quatorze anos
Será esse o meu mal?
Teco, teco, teco, teco, teco
Na bola de gude era o meu viver
Quando criança no meio da garotada
Com a sacola do lado só jogava pra valer
Não fazia roupa de boneca
Nem tampouco convivia com as garotas
Do meu bairro que era natural
Subia em poste, soltava papagaio
Até meus quatorze anos
Será esse o meu mal?
Com a mania de garota folgazã
Em toda parte que eu passava encontrava um fã
Quando havia festa na capela do lugar
Era a primeira a ser chamada para ir cantar
Assim vivendo ouvi meu nome ser falado
Em todo canto, todo lado
Até por quem nunca me viu
E hoje a minha grande alegria
É cantar com cortesia para o povo do Brasil
Com a mania de garota folgazã
Em toda parte que eu passava encontrava um fã
Quando havia festa na capela do lugar
Era a primeira a ser chamada para ir cantar
Assim vivendo ouvi meu nome ser falado
Em todo canto, todo lado
Até por quem nunca me viu
E hoje a minha grande alegria
É cantar com cortesia para o povo do Brasil
Vai!
Sacode, sacode, sacode, sacode
Rebola, rebola, rebola, requebra
Teco, teco, teco, teco, teco
Na bola de gude era o meu viver
Quando criança no meio da garotada
Com a sacola do lado só jogava pra valer
Não fazia roupa de boneca
Nem tampouco convivia com as garotas
Do meu bairro que era natural
Subia em poste, soltava papagaio
Até meus quatorze anos
Será esse o meu mal?
Subia em poste, soltava papagaio
Até meus quatorze anos
Será esse o meu mal?
Subia em poste, soltava papagaio
Até meus quatorze anos
Será esse o meu mal?
Valeu, Titia!
Valeu, Priscila!
Writer(s): Milton Vilela, Pereira Da Costa Lyrics powered by www.musixmatch.com

