Lisboa Songtext
von José Cid
Lisboa Songtext
Lisboa tem um Tejo de ilusões
Tem casas de penhor e multidões
Nas feiras, romarias, procissões
De rastos lentamente atrás das rosas
Gritando multidões silenciosas
Lisboa é espelho de Lisboa
Lisboa são seis letras proibidas
Um fado, uma guitarra e uma cantiga
Um grito, um pregão de sete colinas
É virgem há mil anos e menina
Lisboa tem o sol mistificado
Nas praças, nas vielas, avenidas
Onde há sangue onde há vidas
Tem santos muito antigos, milagreiros
E o povo em promessa de joelhos
Lisboa tem os santos populares
Tem cravos de papel e manjericos
Carroças, autocarros e jericos
Lisboa mais ou menos, menos mais
Museus, casas de passe, catedrais
Lisboa é alegre labirinto
Lisboa é Benfica, marinheiro
Sporting e manhã de nevoeiro
Uma gaivota podre milenar
O Tejo que protesta contra o mar
Lisboa tem um Tejo de ilusões
Tem casas de penhor e multidões
Nas feiras, romarias, procissões
Avançam lentamente atrás das rosas
Gritando multidões silenciosas
Reparem no pregão desta varina
No fado em dó menor mas incompleto
Na ponte, no castelo, no deserto
Neste tremor de terra, cataclismo
Quiçá um mar é moto de autoclismo
Tem casas de penhor e multidões
Nas feiras, romarias, procissões
De rastos lentamente atrás das rosas
Gritando multidões silenciosas
Lisboa é espelho de Lisboa
Lisboa são seis letras proibidas
Um fado, uma guitarra e uma cantiga
Um grito, um pregão de sete colinas
É virgem há mil anos e menina
Lisboa tem o sol mistificado
Nas praças, nas vielas, avenidas
Onde há sangue onde há vidas
Tem santos muito antigos, milagreiros
E o povo em promessa de joelhos
Lisboa tem os santos populares
Tem cravos de papel e manjericos
Carroças, autocarros e jericos
Lisboa mais ou menos, menos mais
Museus, casas de passe, catedrais
Lisboa é alegre labirinto
Lisboa é Benfica, marinheiro
Sporting e manhã de nevoeiro
Uma gaivota podre milenar
O Tejo que protesta contra o mar
Lisboa tem um Tejo de ilusões
Tem casas de penhor e multidões
Nas feiras, romarias, procissões
Avançam lentamente atrás das rosas
Gritando multidões silenciosas
Reparem no pregão desta varina
No fado em dó menor mas incompleto
Na ponte, no castelo, no deserto
Neste tremor de terra, cataclismo
Quiçá um mar é moto de autoclismo
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