Saída Songtext
von Ilustre Refém
Saída Songtext
A gente nunca vai dar certo
Já cansamos de tentar
Era capaz de sacrifícios no início
Mas agora que eu pretendo parar
A minha mente quer me sabotar
Fechou a porta pra eu ficar aqui
Mas há sempre uma saída
No porão da nossa história
Que a memória não nos deixa esquecer
E faz questão de nos mostrar
Todo santo dia
Pra jogar na nossa cara
Nossa própria covardia
Nossa própria letargia
Nossa própria ilusão
Que criamos pra lidar com essa prisão
Que nós mesmos construímos
E é tão difícil derrubar
Que nós mesmos construímos
E é tão difícil derrubar
A gente nunca vai dar certo
Já cansamos de tentar
Era capaz de sacrifícios no início
Mas agora que eu pretendo parar
A minha mente quer me sabotar
Fechou a porta pra eu ficar aqui
Mas há sempre uma saída
No porão da nossa história
Que a memória não nos deixa esquecer
E faz questão de nos mostrar
Todo santo dia
Pra jogar na nossa cara
Nossa própria covardia
Nossa própria letargia
Nossa própria ilusão
Que criamos pra lidar com essa prisão
Que nós mesmos construímos
E é tão difícil derrubar
Que nós mesmos construímos
E é tão difícil derrubar
Que nós mesmos construímos
E é tão difícil derrubar
Que nós mesmos construímos
E é tão difícil derrubar
E fugir dali sem deixar vestígios
E fugir dali sem deixar vestígios
E fugir dali sem deixar vestígios
E fugir dali sem deixar vestígios
Sem deixar vestígios
Sem deixar vestígios
Já cansamos de tentar
Era capaz de sacrifícios no início
Mas agora que eu pretendo parar
A minha mente quer me sabotar
Fechou a porta pra eu ficar aqui
Mas há sempre uma saída
No porão da nossa história
Que a memória não nos deixa esquecer
E faz questão de nos mostrar
Todo santo dia
Pra jogar na nossa cara
Nossa própria covardia
Nossa própria letargia
Nossa própria ilusão
Que criamos pra lidar com essa prisão
Que nós mesmos construímos
E é tão difícil derrubar
Que nós mesmos construímos
E é tão difícil derrubar
A gente nunca vai dar certo
Já cansamos de tentar
Era capaz de sacrifícios no início
Mas agora que eu pretendo parar
A minha mente quer me sabotar
Fechou a porta pra eu ficar aqui
Mas há sempre uma saída
No porão da nossa história
Que a memória não nos deixa esquecer
E faz questão de nos mostrar
Todo santo dia
Pra jogar na nossa cara
Nossa própria covardia
Nossa própria letargia
Nossa própria ilusão
Que criamos pra lidar com essa prisão
Que nós mesmos construímos
E é tão difícil derrubar
Que nós mesmos construímos
E é tão difícil derrubar
Que nós mesmos construímos
E é tão difícil derrubar
Que nós mesmos construímos
E é tão difícil derrubar
E fugir dali sem deixar vestígios
E fugir dali sem deixar vestígios
E fugir dali sem deixar vestígios
E fugir dali sem deixar vestígios
Sem deixar vestígios
Sem deixar vestígios
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