Vida de Putaria Songtext
von GANA
Vida de Putaria Songtext
(bem-vindo à...)
Vida de putaria, festas até de dia
After lotado o campo tá minado
Sorrisos iludem são uma falsa felicidade
Riscos, pastilhas e álcool asseguram a continuidade
Casas de banho são comboios em horas de ponta
Amontoados na linha viajam sem dar conta
Esticam o tempo para o continuarem a desperdiçar
De tempos a tempos fazem o seu movimento pendular
Olhares cruzam-se para controlar a pista
Corpos vazios jogam-se com lances em vista
A tribo avança cada vez mais animalista
Canibalismo eleva a atmosfera intimista
Olhos vidrados refletem a paisagem
Não olham dentro, a vida é uma passagem
Satisfação é momentânea não passa de uma miragem
Almas sem abrigo buscam amor na vadiagem
Se é a dor que ocupa o meu vazio
Vou enche-lo com veneno
Fazer do meu corpo um navio
Segue para longe do meu terreno
E ele vai, avança, navega
Sem bandeira rumo ou ilusão
Ele vai, avança, navega
Bem para longe do meu chão
A minha cabeça tá confusa, não sabe o que quer
Se mais um copo, mais um som ou o conforto de uma mulher
Vou até ao bar
Não miúda, não quero conversar!
É por isso que sorrio sem dialogar
Talvez eu ′teja a fim se me encharcar
Se perder o respeito por mim, eu sei que ela me vai levar
Que se foda, a mulher com que sonho nunca me vai amar!
Mas eu não quero morrer sem te beijar
Mas eu não quero morrer sem te beijar
É só ela que eu vejo na confusão
Corpos são sepulturas e a morte não dá tesão!
Se é a dor que ocupa o meu vazio
Vou enche-lo com veneno
Fazer do meu corpo um navio
Segue para longe do meu terreno
E ele vai, avança, navega
Sem bandeira rumo ou ilusão
Ele vai, avança, navega
Bem para longe do meu chão
Vida de putaria, festas até de dia
After lotado o campo tá minado
Sorrisos iludem são uma falsa felicidade
Riscos, pastilhas e álcool asseguram a continuidade
Casas de banho são comboios em horas de ponta
Amontoados na linha viajam sem dar conta
Esticam o tempo para o continuarem a desperdiçar
De tempos a tempos fazem o seu movimento pendular
Olhares cruzam-se para controlar a pista
Corpos vazios jogam-se com lances em vista
A tribo avança cada vez mais animalista
Canibalismo eleva a atmosfera intimista
Olhos vidrados refletem a paisagem
Não olham dentro, a vida é uma passagem
Satisfação é momentânea não passa de uma miragem
Almas sem abrigo buscam amor na vadiagem
Se é a dor que ocupa o meu vazio
Vou enche-lo com veneno
Fazer do meu corpo um navio
Segue para longe do meu terreno
E ele vai, avança, navega
Sem bandeira rumo ou ilusão
Ele vai, avança, navega
Bem para longe do meu chão
A minha cabeça tá confusa, não sabe o que quer
Se mais um copo, mais um som ou o conforto de uma mulher
Vou até ao bar
Não miúda, não quero conversar!
É por isso que sorrio sem dialogar
Talvez eu ′teja a fim se me encharcar
Se perder o respeito por mim, eu sei que ela me vai levar
Que se foda, a mulher com que sonho nunca me vai amar!
Mas eu não quero morrer sem te beijar
Mas eu não quero morrer sem te beijar
É só ela que eu vejo na confusão
Corpos são sepulturas e a morte não dá tesão!
Se é a dor que ocupa o meu vazio
Vou enche-lo com veneno
Fazer do meu corpo um navio
Segue para longe do meu terreno
E ele vai, avança, navega
Sem bandeira rumo ou ilusão
Ele vai, avança, navega
Bem para longe do meu chão
Writer(s): Frederico Carvalho, Luís André Ramos, Rafael Nascimento, Sandro Oliveira Lyrics powered by www.musixmatch.com
