Nasceu Songtext
von Flor Et
Nasceu Songtext
Nasceu.
Ninguém sabe o que aconteceu.
Foi no parto que a mulher morreu.
No barraco que cresceu.
De madeira que apodreceu
E o esposo que só quer chapar,
Se encharca e quer espancar
A mulher que o buraco venceu.
Dois filhos a ele ela deu.
Mas o moleque ele quer estragar.
Abusa, quem dera educar.
Cabra macho pra se embriagar.
No boteco ele é marajá,
Mas o menino vai crescer sozinho,
Nesse mundo repleto de espinho.
Não interessa, ninguém sente dó,
Se cresceu, se viveu na pior.
Me diga você,
Me diga você, me diga você o que.
Me diga você, me diga você,
Me diga o que fazer.
Me diga você,
Me diga você, me diga você o que.
Me diga você, me diga você...
Se a vida o levou pra bandidagem.
Se pra escola ele não tinha passagem.
Seu caderno que era só bobagens.
A folha seca pra aumentar sua viagem.
E seu pai ta bebaço outra vez.
Sua mãe que perdeu um velho freguês.
E a madrasta que quando vai trabalhar
Maquia o rosto pro olho tapar.
Sei que essa não é minha realidade,
É de muito poucos, ou mais idade.
Aqueles que lutam pelo pão.
Pelas migalhas da nossa sociedade.
Me diga você,
Me diga você, me diga você o que.
Me diga você, me diga você...
De busão o ordinário.
Sai de casa pro trabalho.
Não reflete ali no galho.
Será que hoje tem salário.
Será a minha vez?
Será que vou vencer?
O que será? O que será?
O que será?
Hoje é dia de suor.
Batalha, aquela sem fim.
Dele ninguém tá afim,
Ninguém tem dó,
Nem se for menor.
Será a minha vez?
Será que vou vencer?
O que será? O que será?
O que será?
Ninguém sabe o que aconteceu.
Foi no parto que a mulher morreu.
No barraco que cresceu.
De madeira que apodreceu
E o esposo que só quer chapar,
Se encharca e quer espancar
A mulher que o buraco venceu.
Dois filhos a ele ela deu.
Mas o moleque ele quer estragar.
Abusa, quem dera educar.
Cabra macho pra se embriagar.
No boteco ele é marajá,
Mas o menino vai crescer sozinho,
Nesse mundo repleto de espinho.
Não interessa, ninguém sente dó,
Se cresceu, se viveu na pior.
Me diga você,
Me diga você, me diga você o que.
Me diga você, me diga você,
Me diga o que fazer.
Me diga você,
Me diga você, me diga você o que.
Me diga você, me diga você...
Se a vida o levou pra bandidagem.
Se pra escola ele não tinha passagem.
Seu caderno que era só bobagens.
A folha seca pra aumentar sua viagem.
E seu pai ta bebaço outra vez.
Sua mãe que perdeu um velho freguês.
E a madrasta que quando vai trabalhar
Maquia o rosto pro olho tapar.
Sei que essa não é minha realidade,
É de muito poucos, ou mais idade.
Aqueles que lutam pelo pão.
Pelas migalhas da nossa sociedade.
Me diga você,
Me diga você, me diga você o que.
Me diga você, me diga você...
De busão o ordinário.
Sai de casa pro trabalho.
Não reflete ali no galho.
Será que hoje tem salário.
Será a minha vez?
Será que vou vencer?
O que será? O que será?
O que será?
Hoje é dia de suor.
Batalha, aquela sem fim.
Dele ninguém tá afim,
Ninguém tem dó,
Nem se for menor.
Será a minha vez?
Será que vou vencer?
O que será? O que será?
O que será?
Writer(s): Ada Bellatrix, Bruno Coronel, Daniel Ribeiro, Mário Ferreira, Rafael Zanette Lyrics powered by www.musixmatch.com
