Iminência Parda Songtext
von Don L
Iminência Parda Songtext
O que nos importa e que se feche a porta
Por esse caminho ninguém quer passar
É muito grande a dor, um sofrimento enorme
Um susto
Na porta de um Audi Sport
Eu porto as automáticas, no porta luvas, dólar
Eu porto a Louis Vui′ falsa e cheia
Grana pra comprar o estoque
Arsenal pra tomar o estoque (da original)
Fecharam portas
E agora que eu não me importo querem me notar
Anota a placa, a loja não tem nota
Eu tenho grades na memória, mais real que as notas
Mais reais do que eu preciso e o que eu passei
Eu sei que
Ninguém quer passar (ah, ah)
É muito grande a dor, um sofrimento enorme
Mas não vão me algemar a visão
Montanhas no horizonte
Os sonhos driblando prédios labirínticos
Ambição em quilos, onde
Diluem ilusões em cocaína
Como pó de vidro em suas narinas
Sangra
Rivera das rimas, cicatrizes panorâmicas
Com vista pro mar, grandes planos
Iminência parda, me fecharam portas, eu dobrei a aposta
Trouxe versos como cânticos de becos, onde
Ninguém quer passar (ah, ah)
É muito grande a dor, um sofrimento enorme
Mas não vão me algemar a visão
Que se fechem as contas bancárias
Que se fale de bem e de mal
Que se brinque na areia da praia
Que se retorne ao Planalto Central
Nada disso importa
Fazia castelos em pinos mágicos
Agora os pinos que eu vendo a céu aberto
São PB de Charles
Como Chaplin em fábricas de Terceiro Mundo
Pra ninguém ver filme de terror faz que é cinema mudo
Miragens de revoluções, ouvindo Don
E uma silver tape na boca do rato, meus demônios on
12 de outubro com eu no trono
Brinquedo pros vetin' tudo, mas a dor do dono
Ninguém quer passar (ah, ah)
É muito grande a dor, um sofrimento enorme
Mas não vão me algemar a visão
No corpo do último anjo bandido em atividade
Além das correntes de ouro, com seu sangue no asfalto
Nuvens refletiam ads de telas de celulares
Enquanto cai o céu num mundo de carrossel
Cartas marcadas
É a Torre de Babel reversa, falsos profetas
Sempre mais perto do inferno e o sal dos impérios
Catedrais em hologramas de casas lotéricas
Derretem seu tempo em apps de bilionários céticos
Mas grana suja também tem suas digitais
Ações da boca em plataformas filiais
Ações da bolsa, valores surreais
Fazenda de likes, relógio de Dali em artes de AI
Balas interrompem rimas
Desde que eu fazia demos em um gravadorzin′
Eu fiz um jardim suspenso em meus delírios
Pra ver de cima os sonhos
Dos últimos malandros que me guiam, onde
Ninguém quer passar (ah, ah)
É muito grande a dor, um sofrimento enorme (uh, uh)
Um susto
Que se fechem as contas bancárias
Que se fale de bem e de mal
Que se brinque na areia da praia
Que se retorne ao Planalto Central
Nada disso importa
Por esse caminho ninguém quer passar
É muito grande a dor, um sofrimento enorme
Um susto
Na porta de um Audi Sport
Eu porto as automáticas, no porta luvas, dólar
Eu porto a Louis Vui′ falsa e cheia
Grana pra comprar o estoque
Arsenal pra tomar o estoque (da original)
Fecharam portas
E agora que eu não me importo querem me notar
Anota a placa, a loja não tem nota
Eu tenho grades na memória, mais real que as notas
Mais reais do que eu preciso e o que eu passei
Eu sei que
Ninguém quer passar (ah, ah)
É muito grande a dor, um sofrimento enorme
Mas não vão me algemar a visão
Montanhas no horizonte
Os sonhos driblando prédios labirínticos
Ambição em quilos, onde
Diluem ilusões em cocaína
Como pó de vidro em suas narinas
Sangra
Rivera das rimas, cicatrizes panorâmicas
Com vista pro mar, grandes planos
Iminência parda, me fecharam portas, eu dobrei a aposta
Trouxe versos como cânticos de becos, onde
Ninguém quer passar (ah, ah)
É muito grande a dor, um sofrimento enorme
Mas não vão me algemar a visão
Que se fechem as contas bancárias
Que se fale de bem e de mal
Que se brinque na areia da praia
Que se retorne ao Planalto Central
Nada disso importa
Fazia castelos em pinos mágicos
Agora os pinos que eu vendo a céu aberto
São PB de Charles
Como Chaplin em fábricas de Terceiro Mundo
Pra ninguém ver filme de terror faz que é cinema mudo
Miragens de revoluções, ouvindo Don
E uma silver tape na boca do rato, meus demônios on
12 de outubro com eu no trono
Brinquedo pros vetin' tudo, mas a dor do dono
Ninguém quer passar (ah, ah)
É muito grande a dor, um sofrimento enorme
Mas não vão me algemar a visão
No corpo do último anjo bandido em atividade
Além das correntes de ouro, com seu sangue no asfalto
Nuvens refletiam ads de telas de celulares
Enquanto cai o céu num mundo de carrossel
Cartas marcadas
É a Torre de Babel reversa, falsos profetas
Sempre mais perto do inferno e o sal dos impérios
Catedrais em hologramas de casas lotéricas
Derretem seu tempo em apps de bilionários céticos
Mas grana suja também tem suas digitais
Ações da boca em plataformas filiais
Ações da bolsa, valores surreais
Fazenda de likes, relógio de Dali em artes de AI
Balas interrompem rimas
Desde que eu fazia demos em um gravadorzin′
Eu fiz um jardim suspenso em meus delírios
Pra ver de cima os sonhos
Dos últimos malandros que me guiam, onde
Ninguém quer passar (ah, ah)
É muito grande a dor, um sofrimento enorme (uh, uh)
Um susto
Que se fechem as contas bancárias
Que se fale de bem e de mal
Que se brinque na areia da praia
Que se retorne ao Planalto Central
Nada disso importa
Writer(s): Gabriel Linhares Da Rocha, Iuri Rio Branco Da Luz, Rodger Franco De Rogrio Lyrics powered by www.musixmatch.com

