A vida de Pescador Songtext
von Daniel
A vida de Pescador Songtext
Ê, como é dura essa vida de pescador, viu?
Vou fazer o meu ranchinho na beira do rio só pra mim pescar
Pra fugir do baruião′ da cidade grande, pra não estressar
Lá eu fico amoitado, jogo o farelinho pra selar o corso
Até esqueço que no banco eu tô atolado até o pescoço
Ai, como é difícil a vida do pescador
De noite enrosca o anzol na gaiada da taboca
De dia ele queima no Sol, dando banho na minhoca
Levanto de madrugada, pego a minha enxada e começo a cavar
Mas é pra arrancar minhoca, pra fisga uns bagre, pra nóis almoçar
Depois ranco umas mandiocas e jogo na água que é pra estragar
Pra sevar peixe graúdo, eu faço de tudo pra não trabaia'
Ai, como é difícil a vida do pescador
De noite ele enrosca o anzol na gaiada da taboca
De dia ele queima no Sol, dando banho na minhoca
Vou chamar o Alizião, um caboclo bão pra tarrafear
Ele dá uma tarrafeada que precisa quatro pra poder puxar
Dia desses lá no corgo ele apinchou a sua tarrafinha
Pegou cinco giripoca, uma onça parda e dezoito galinhas
Ai, como é difícil a vida do pescador
De noite ele enrosca o anzol na gaiada da taboca
De dia ele queima no Sol, dando banho na minhoca
Tudo aqui no meu ranchinho é bem simplesinho vô falar pro cês′
É um farturão danado, nóis pega dourado e sorta' outra vez
A peixeia é uma miúda, mas tem uma vara que é pra comparar
Se não der um metro e meio nóis sorta o bichinho pra eles miora'
Ai, como é difícil a vida do pescador
De noite ele enrosca o anzol na gaiada da taboca
De dia ele queima no Sol, dando banho na minhoca
Quando vai escurecendo nóis vorta′ pro rancho, é hora de jantar
Um arroz com cambuquira, um franguinho caipira que é pra variar
Depois nóis ferra no truco, joga umas partidas que é pra relaxar
Aí nóis vai dormir tranquilo, pra no outro dia nóis vorta′ a pescar
Ai, como é difícil a vida do pescador
De noite ele enrosca o anzol na gaiada da taboca
De dia ele queima no Sol, dando banho na minhoca
Vou fazer o meu ranchinho na beira do rio só pra mim pescar
Pra fugir do baruião′ da cidade grande, pra não estressar
Lá eu fico amoitado, jogo o farelinho pra selar o corso
Até esqueço que no banco eu tô atolado até o pescoço
Ai, como é difícil a vida do pescador
De noite enrosca o anzol na gaiada da taboca
De dia ele queima no Sol, dando banho na minhoca
Levanto de madrugada, pego a minha enxada e começo a cavar
Mas é pra arrancar minhoca, pra fisga uns bagre, pra nóis almoçar
Depois ranco umas mandiocas e jogo na água que é pra estragar
Pra sevar peixe graúdo, eu faço de tudo pra não trabaia'
Ai, como é difícil a vida do pescador
De noite ele enrosca o anzol na gaiada da taboca
De dia ele queima no Sol, dando banho na minhoca
Vou chamar o Alizião, um caboclo bão pra tarrafear
Ele dá uma tarrafeada que precisa quatro pra poder puxar
Dia desses lá no corgo ele apinchou a sua tarrafinha
Pegou cinco giripoca, uma onça parda e dezoito galinhas
Ai, como é difícil a vida do pescador
De noite ele enrosca o anzol na gaiada da taboca
De dia ele queima no Sol, dando banho na minhoca
Tudo aqui no meu ranchinho é bem simplesinho vô falar pro cês′
É um farturão danado, nóis pega dourado e sorta' outra vez
A peixeia é uma miúda, mas tem uma vara que é pra comparar
Se não der um metro e meio nóis sorta o bichinho pra eles miora'
Ai, como é difícil a vida do pescador
De noite ele enrosca o anzol na gaiada da taboca
De dia ele queima no Sol, dando banho na minhoca
Quando vai escurecendo nóis vorta′ pro rancho, é hora de jantar
Um arroz com cambuquira, um franguinho caipira que é pra variar
Depois nóis ferra no truco, joga umas partidas que é pra relaxar
Aí nóis vai dormir tranquilo, pra no outro dia nóis vorta′ a pescar
Ai, como é difícil a vida do pescador
De noite ele enrosca o anzol na gaiada da taboca
De dia ele queima no Sol, dando banho na minhoca
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