Flamboyant Songtext
von Da Melhor Qualidade
Flamboyant Songtext
Por quantas noites eu me vi desencantar
Enquanto os palcos desabavam sobre mim
O meu amor então beijava o meu olhar
Dizia vamos lá, levanta e vai cantar
Eu me vestia e ela ia amamentar
Nosso menino era plateia e camarim
E dos seus seios parecia perguntar
Meu pai o que é que há? Me beija e vai cantar
E eu sabia que tinha de ir
Pra amenizar toda a dor da cidade
E eu pousava nos pianos por aí
Tal qual um sabiá pousa num flamboyã
Por quantas vezes eu pedia a Deus de manhã
Deixar eu cantar pro Brasil
Abrir o portão, o leite e o pão
O rabo do cão que diz não quando é sim
Meu amor já na porta de casa
Tendo ao colo nosso arlequim
Me dava a impressão de um samba de Tom Jobim
Até que um dia eu resolvi desencantar
E desabei por sobre os palcos do país
O meu amor ainda beija o meu olhar
Eu digo vamos lá, cantar pra quem chorar
Eu peço a Deus para poder doar a luz
Que a minha voz cumpra a missão de atenuar
Toda a amargura dessa terra de Jesus
Eu digo Vera Cruz, cantar pra não chorar
E pros que cantam nos teus cabarés
Tenham orgulho dessa profissão
Pousem nos galhos dos pianos violões
E a voz é um colibri nas flores das canções
E todo dia eu peço a Deus pela manhã
Conserve minha simplicidade
Pra ter no portão o leite e o pão
O rabo do cão que diz não quando é sim
Meu amor está na porta de casa
E o sorriso do meu arlequim
É um céu de emoções e eu sou uma luz assim
A brilhar, a brilhar, a brilhar
Meu amor sempre à porta de casa
E o sorriso do nosso arlequim
Sou samba canção eterno de Tom Jobim
A cantar, a cantar, a cantar
Meu amor sempre à porta de casa
E o sorriso do nosso arlequim
Sou samba canção eterno de Tom Jobim
Enquanto os palcos desabavam sobre mim
O meu amor então beijava o meu olhar
Dizia vamos lá, levanta e vai cantar
Eu me vestia e ela ia amamentar
Nosso menino era plateia e camarim
E dos seus seios parecia perguntar
Meu pai o que é que há? Me beija e vai cantar
E eu sabia que tinha de ir
Pra amenizar toda a dor da cidade
E eu pousava nos pianos por aí
Tal qual um sabiá pousa num flamboyã
Por quantas vezes eu pedia a Deus de manhã
Deixar eu cantar pro Brasil
Abrir o portão, o leite e o pão
O rabo do cão que diz não quando é sim
Meu amor já na porta de casa
Tendo ao colo nosso arlequim
Me dava a impressão de um samba de Tom Jobim
Até que um dia eu resolvi desencantar
E desabei por sobre os palcos do país
O meu amor ainda beija o meu olhar
Eu digo vamos lá, cantar pra quem chorar
Eu peço a Deus para poder doar a luz
Que a minha voz cumpra a missão de atenuar
Toda a amargura dessa terra de Jesus
Eu digo Vera Cruz, cantar pra não chorar
E pros que cantam nos teus cabarés
Tenham orgulho dessa profissão
Pousem nos galhos dos pianos violões
E a voz é um colibri nas flores das canções
E todo dia eu peço a Deus pela manhã
Conserve minha simplicidade
Pra ter no portão o leite e o pão
O rabo do cão que diz não quando é sim
Meu amor está na porta de casa
E o sorriso do meu arlequim
É um céu de emoções e eu sou uma luz assim
A brilhar, a brilhar, a brilhar
Meu amor sempre à porta de casa
E o sorriso do nosso arlequim
Sou samba canção eterno de Tom Jobim
A cantar, a cantar, a cantar
Meu amor sempre à porta de casa
E o sorriso do nosso arlequim
Sou samba canção eterno de Tom Jobim
Writer(s): Paulo Cesar De Oliveira Feital, Joao Batista Maranhao Filho Lyrics powered by www.musixmatch.com
