PONTO CEGO Songtext
von Bloomygrimes
PONTO CEGO Songtext
Apareceu no meio, canto de olho
Periférica falha morrendo aos poucos
Meu campo de visão não te enxerga por completo
Tô tipo tão certo que não posso vivenciar
Minha carne palpita, mas tu falas que não quer
Eu te vi correndo bem no meu ponto cego
Tropica e levanta, mas nunca no meio certo
Onde eu possa sentir, onde eu possa sentir
Ver-te por completo, completo
Será que é ponto cego?
Me sinto cego vendo
Será que eu tô submerso?
Sinto-me tão coberto
Eu te vi correndo bem
No meu ponto cego
Trupica e levanta
Mas nunca no meio cer′, cer', certo
Marquei consulta no oftalmologista
Questiona-me o que me passa ele
Me questionei também um pouco sobre mim
Tomei coragem pra empurrar de mim (de mim)
Doutor, eu tô ficando cego
Vejo as coisas tudo incompleto
Vivo, doutor, dum grande paralelo
Entre eu, o meu olho e eu
Vejo-me simples ao complexo
Sentindo o vazio dentro do completo
Não esboço nada, sendo bem sincero
Não acho mais graça em todo o seu singelo
Bate a cabeça com o teu martelo
Dói o meu crânio e, leve, racha o teto
Então vai afundando, eu não sei ao certo
Longe de você, te vejo um clero
Será que é ponto cego?
Me sinto cego vendo
Será que eu tô submerso?
Eu sinto-me tão coberto
Eu te vi correndo bem
No meu ponto cego
Trupica e levanta
Mas nunca no meio cer′, cer', certo
Periférica falha morrendo aos poucos
Meu campo de visão não te enxerga por completo
Tô tipo tão certo que não posso vivenciar
Minha carne palpita, mas tu falas que não quer
Eu te vi correndo bem no meu ponto cego
Tropica e levanta, mas nunca no meio certo
Onde eu possa sentir, onde eu possa sentir
Ver-te por completo, completo
Será que é ponto cego?
Me sinto cego vendo
Será que eu tô submerso?
Sinto-me tão coberto
Eu te vi correndo bem
No meu ponto cego
Trupica e levanta
Mas nunca no meio cer′, cer', certo
Marquei consulta no oftalmologista
Questiona-me o que me passa ele
Me questionei também um pouco sobre mim
Tomei coragem pra empurrar de mim (de mim)
Doutor, eu tô ficando cego
Vejo as coisas tudo incompleto
Vivo, doutor, dum grande paralelo
Entre eu, o meu olho e eu
Vejo-me simples ao complexo
Sentindo o vazio dentro do completo
Não esboço nada, sendo bem sincero
Não acho mais graça em todo o seu singelo
Bate a cabeça com o teu martelo
Dói o meu crânio e, leve, racha o teto
Então vai afundando, eu não sei ao certo
Longe de você, te vejo um clero
Será que é ponto cego?
Me sinto cego vendo
Será que eu tô submerso?
Eu sinto-me tão coberto
Eu te vi correndo bem
No meu ponto cego
Trupica e levanta
Mas nunca no meio cer′, cer', certo
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