Sono Songtext
von Bebê Feio
Sono Songtext
Aquele que cai
Pensou em algo pútrido
Pra gozar
Na penumbra do seu mundo
Viveu e contraiu
A doença mais banal
Tem sangue nas mãos
Um escroto tradicional
Difícil engolir
Que existe quieto sem remorso
Repulsivo de pensar
Como dorme na podridão
Ta queimado nos meus olhos
O sono que ajudou
O inferno se abriu
E te abraçou
Já é normal aspirar
Aquele chorume caucasiano
O sono que satisfaz
A embriaguez das trevas
Recuso a engolir
O sono que ajudou
O inferno se abriu
Um estado sedentário da mente e do corpo
Caracterizado pela consciência alterada
A pureza foi molestada
A grandeza eliminada
O ódio não acaba
E te amassou
Prefiro não crer
Que você ainda não tá morto
Julgou sem ser julgado
E ainda pede gratidão
Óbvio e nauseante
O sono que ajudou
O inferno se abriu
SONO
Pensou em algo pútrido
Pra gozar
Na penumbra do seu mundo
Viveu e contraiu
A doença mais banal
Tem sangue nas mãos
Um escroto tradicional
Difícil engolir
Que existe quieto sem remorso
Repulsivo de pensar
Como dorme na podridão
Ta queimado nos meus olhos
O sono que ajudou
O inferno se abriu
E te abraçou
Já é normal aspirar
Aquele chorume caucasiano
O sono que satisfaz
A embriaguez das trevas
Recuso a engolir
O sono que ajudou
O inferno se abriu
Um estado sedentário da mente e do corpo
Caracterizado pela consciência alterada
A pureza foi molestada
A grandeza eliminada
O ódio não acaba
E te amassou
Prefiro não crer
Que você ainda não tá morto
Julgou sem ser julgado
E ainda pede gratidão
Óbvio e nauseante
O sono que ajudou
O inferno se abriu
SONO
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