Brechot do Brega Songtext
von Aíla
Brechot do Brega Songtext
Eu sinto saudade daquele brechó
Eu sinto saudade daquele abajur
De quando era tudo tão desarrumado
E a gente se via no meio do breu
Cores e dores e tantos pelos e zelos
Por tanto amores e cores, e tantas dores
Cores e dores e tantos pelos e zelos
Por tanto amores e cores, e tantas dores
Ele se enfeitava com desatenção
Ela suportava o adereço
Esquecia o endereço e botava o adorno
Sexo e afeto desconexo, sem nexo
Ele parado e ela morta do lado
Ele calado, ela desnuda
Ele despido e ela, muda
Eu sinto saudade daquele brechó
Eu sinto saudade daquele abajur
De quando era tudo tão desarrumado
E a gente se via no meio do breu
Cores e dores e tantos pelos e zelos
Por tanto amores e cores, e tantas dores
Cores e dores e tantos pelos e zelos
Por tanto amores e cores, e tantas dores
Ele se enfeitava com desatenção
Ela suportava o adereço
Esquecia o endereço e botava o adorno
Sexo e afeto desconexo, sem nexo
Ele parado e ela morta do lado
Ele calado, ela desnuda
Ele despido e ela, muda
Eu sinto saudade daquele brechó
Eu sinto saudade daquele abajur
De quando era tudo tão desarrumado
E a gente se via no meio do breu
Eu sinto saudade daquele abajur
De quando era tudo tão desarrumado
E a gente se via no meio do breu
Cores e dores e tantos pelos e zelos
Por tanto amores e cores, e tantas dores
Cores e dores e tantos pelos e zelos
Por tanto amores e cores, e tantas dores
Ele se enfeitava com desatenção
Ela suportava o adereço
Esquecia o endereço e botava o adorno
Sexo e afeto desconexo, sem nexo
Ele parado e ela morta do lado
Ele calado, ela desnuda
Ele despido e ela, muda
Eu sinto saudade daquele brechó
Eu sinto saudade daquele abajur
De quando era tudo tão desarrumado
E a gente se via no meio do breu
Cores e dores e tantos pelos e zelos
Por tanto amores e cores, e tantas dores
Cores e dores e tantos pelos e zelos
Por tanto amores e cores, e tantas dores
Ele se enfeitava com desatenção
Ela suportava o adereço
Esquecia o endereço e botava o adorno
Sexo e afeto desconexo, sem nexo
Ele parado e ela morta do lado
Ele calado, ela desnuda
Ele despido e ela, muda
Eu sinto saudade daquele brechó
Eu sinto saudade daquele abajur
De quando era tudo tão desarrumado
E a gente se via no meio do breu
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