Que Nem Eu Songtext
von Accioly Neto
Que Nem Eu Songtext
Quem já andou sozinho que nem eu
E se perdeu na estrada que nem eu
Quem não voltou pra casa que nem eu
Tem que seguir à venta que nem eu
Quem esqueceu o passado que nem eu
Sem pretender futuro que nem eu
Foi até ameaçado que nem eu
Tem que dizer presente que nem eu
Quando vem a paixão e essas coisas de dentro
Na beira do abismo de minha alma
Os meus anjos me dizem: "Tenha calma"
Afagando a dor do meu pensamento
A palavra se cala, a canção silencia
A poesia se exila na gaveta
Pra não ver nulidade picareta
Ocupando o espaço do talento
Quem já andou sozinho que nem eu
E se perdeu na estrada que nem eu
Quem não voltou pra casa que nem eu
Tem que seguir à venta que nem eu
Quem esqueceu o passado que nem eu
Sem pretender futuro que nem eu
Foi até ameaçado que nem eu
Tem que dizer presente que nem eu
Quando vem a paixão e essas coisas de dentro
Na beira do abismo de minha alma
Os meus anjos me dizem: "Tenha calma"
Afagando a dor do meu pensamento
A palavra se cala, a canção silencia
A poesia se exila na gaveta
Pra não ver nulidade picareta
Ocupando o espaço do talento
Quem já andou sozinho que nem eu
E se perdeu na estrada que nem eu
Quem não voltou pra casa que nem eu
Tem que seguir à venta que nem eu
Quem esqueceu o passado que nem eu
Sem pretender futuro que nem eu
Foi até ameaçado que nem eu
Tem que dizer presente que nem eu
Quem já andou sozinho que nem eu
E se perdeu na estrada que nem eu
Foi quem não voltou pra casa que nem eu
Tem que seguir à venta que nem eu
Quem esqueceu o passado que nem eu
Sem pretender futuro que nem eu
Foi até ameaçado que nem eu
Tem que dizer presente que nem eu
E se perdeu na estrada que nem eu
Quem não voltou pra casa que nem eu
Tem que seguir à venta que nem eu
Quem esqueceu o passado que nem eu
Sem pretender futuro que nem eu
Foi até ameaçado que nem eu
Tem que dizer presente que nem eu
Quando vem a paixão e essas coisas de dentro
Na beira do abismo de minha alma
Os meus anjos me dizem: "Tenha calma"
Afagando a dor do meu pensamento
A palavra se cala, a canção silencia
A poesia se exila na gaveta
Pra não ver nulidade picareta
Ocupando o espaço do talento
Quem já andou sozinho que nem eu
E se perdeu na estrada que nem eu
Quem não voltou pra casa que nem eu
Tem que seguir à venta que nem eu
Quem esqueceu o passado que nem eu
Sem pretender futuro que nem eu
Foi até ameaçado que nem eu
Tem que dizer presente que nem eu
Quando vem a paixão e essas coisas de dentro
Na beira do abismo de minha alma
Os meus anjos me dizem: "Tenha calma"
Afagando a dor do meu pensamento
A palavra se cala, a canção silencia
A poesia se exila na gaveta
Pra não ver nulidade picareta
Ocupando o espaço do talento
Quem já andou sozinho que nem eu
E se perdeu na estrada que nem eu
Quem não voltou pra casa que nem eu
Tem que seguir à venta que nem eu
Quem esqueceu o passado que nem eu
Sem pretender futuro que nem eu
Foi até ameaçado que nem eu
Tem que dizer presente que nem eu
Quem já andou sozinho que nem eu
E se perdeu na estrada que nem eu
Foi quem não voltou pra casa que nem eu
Tem que seguir à venta que nem eu
Quem esqueceu o passado que nem eu
Sem pretender futuro que nem eu
Foi até ameaçado que nem eu
Tem que dizer presente que nem eu
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