Boitatá (Incidente na pia batismal da Capela de Bom Jesus dos Aflitos) Songtext
von Papangu
Boitatá (Incidente na pia batismal da Capela de Bom Jesus dos Aflitos) Songtext
Na cova rasa debaixo da pedra
Já depurada por gente dali
Chegou ao ponto de dar em fervura
Névoa pairando no Cariri
Serra Talhada pela mão do vento
Dorme no berço o filho do cão
Peste do bode no cabra da peste
Chaga da terra em coroação
Cauterizando o corte na carne
Olhos em transe fulgor que partiu
Língua pintada na cor do veneno
Luz que se vai e provoca ardil
Quente ao toque do rito da madre
Gela e sara em ablução
Na volta seca a centelha acendia
Em fogo-fátuo, purificação
Boi-boitatá boitatá
Boitatá não vai parar
Boitatá boitatá
Vela acesa no lugar
Boitatá boitatá
Bota o ferro pra girar
Não vai
Não vai
Não vai parar
Boitatá boitatá
Boitatá não vai parar
Boitatá boitatá
Vela acesa no lugar
Boitatá boitatá
Bota o ferro pra girar
Não vai
Não vai
Não vai parar
A mão sinistra segura a peixeira
Na mão sagrada, a prole do dia
Abre a fenda no novo pescoço
Luciferina emana da cria
Barbante aceso na parafina
Vela de ouro na goela do filho
Órgão que pulsa e solta fumaça
Dentro mortalha de fora um guia
Boitatá boitatá
Boitatá não vai parar
Boitatá boitatá
Vela acesa no lugar
Boitatá boitatá
Bota o ferro pra girar
Não vai
Não vai
Não vai parar
Boitatá boitatá
Boitatá não vai parar
Boitatá boitatá
Vela acesa no lugar
Boitatá boitatá
Bota o ferro pra girar
Não vai
Não vai
Não vai parar
Mão sinistra na peixeira
(Boitatá boitatá boitatá boitatá boitatá boitatá)
Mão sagrada na cabeça
(Boitatá boitatá boitatá boitatá boitatá boitatá)
Fenda aberta no pescoço
(Alguidar alguidar alguidar alguidar alguidar alguidar)
Frase velha relembrada
(Sol raiar sol raiar sol raiar sol raiar sol raiar sol raiar)
Vela alta, vela bela
(Coruja coruja coruja coruja coruja coruja)
Bruxuleia sete dias
(Arruinar arruinar arruinar arruinar arruinar arruinar)
Parafina derramada
(Coroar coroar coroar coroar coroar coroar)
Lampião virgulado
(Alguidar alguidar alguidar alguidar alguidar alguidar)
Já depurada por gente dali
Chegou ao ponto de dar em fervura
Névoa pairando no Cariri
Serra Talhada pela mão do vento
Dorme no berço o filho do cão
Peste do bode no cabra da peste
Chaga da terra em coroação
Cauterizando o corte na carne
Olhos em transe fulgor que partiu
Língua pintada na cor do veneno
Luz que se vai e provoca ardil
Quente ao toque do rito da madre
Gela e sara em ablução
Na volta seca a centelha acendia
Em fogo-fátuo, purificação
Boi-boitatá boitatá
Boitatá não vai parar
Boitatá boitatá
Vela acesa no lugar
Boitatá boitatá
Bota o ferro pra girar
Não vai
Não vai
Não vai parar
Boitatá boitatá
Boitatá não vai parar
Boitatá boitatá
Vela acesa no lugar
Boitatá boitatá
Bota o ferro pra girar
Não vai
Não vai
Não vai parar
A mão sinistra segura a peixeira
Na mão sagrada, a prole do dia
Abre a fenda no novo pescoço
Luciferina emana da cria
Barbante aceso na parafina
Vela de ouro na goela do filho
Órgão que pulsa e solta fumaça
Dentro mortalha de fora um guia
Boitatá boitatá
Boitatá não vai parar
Boitatá boitatá
Vela acesa no lugar
Boitatá boitatá
Bota o ferro pra girar
Não vai
Não vai
Não vai parar
Boitatá boitatá
Boitatá não vai parar
Boitatá boitatá
Vela acesa no lugar
Boitatá boitatá
Bota o ferro pra girar
Não vai
Não vai
Não vai parar
Mão sinistra na peixeira
(Boitatá boitatá boitatá boitatá boitatá boitatá)
Mão sagrada na cabeça
(Boitatá boitatá boitatá boitatá boitatá boitatá)
Fenda aberta no pescoço
(Alguidar alguidar alguidar alguidar alguidar alguidar)
Frase velha relembrada
(Sol raiar sol raiar sol raiar sol raiar sol raiar sol raiar)
Vela alta, vela bela
(Coruja coruja coruja coruja coruja coruja)
Bruxuleia sete dias
(Arruinar arruinar arruinar arruinar arruinar arruinar)
Parafina derramada
(Coroar coroar coroar coroar coroar coroar)
Lampião virgulado
(Alguidar alguidar alguidar alguidar alguidar alguidar)
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