Qual o Preço do Sangue Songtext
von A286

Qual o Preço do Sangue Songtext

Podia tá de honda civic, de golf, pagando...
com as corrente brilhando pique catador de banco.
Rompendo o cranio do cuzão vendo sangue, quitando as prestação com as vadia no mustang, eu já quis um cu de trás do g5 do audi, no quarto de capuz "por favor não me mate"
Vinga seu pouco caso protegido na cerca, de bruços nos meus pés com tres furos na cabeça.
E vê no sangue a benção, na fé que a vitima não resista aos ferimentos e nem chegue no hospital viva.
Concluindo, que crime perfeito é latrocínio!
Arranca olho de bico, voce não podia ter me visto.
Eu não quero acredita, que Deus é um carro forte, não adianta você tenta mano, é uma questão de sorte.
Não posso esquece dos parceiros que se foi, sem vê o filho cresce e nem chega aos 22.
É a hora, e as condições me deixam sem saída, entre o orgulho da minha mãe, e um revolver na cinta.
Sonhando com uma filha de mochila indo estuda, de noite vendo eu chega e corre pra me abraça.
Será que o sangue do filha da puta e as vagabunda, vale o esforço da minha mãe, seu suor, sua luta?
Não posso me empregar em entupir os pentes.
Só resultaria em lagrimas de alguém, como sempre.


Se não serviu de exemplo às lágrimas no rosto da sua mãe que sirva porra agora é tarde, oque que eu fiz da minha vida?!
Não posso ser o descaso que condena, a pena que machuca até o infarto resolve o problema.
E eu também quis paga de siena em porta de balada.
Qual foi gambé, tá limpo, a documentação quitada.
A lá registra as vaca num disbaratino, quer algo.
Pra vc ver a diferença que faz cola com carro.
Não posso ser movido a status, reputação. "você viu o ivan?
Ta multado ó, o maluco é ladrão"
Não eu não vou ser a próxima noticia, quando foi vira a esquina com os b.
o em cima.
Aqui gambé não vai vesti, capa de heró
I, devolvendo a princesa raptada pros playboys, por mais que a porra do sistema feche a porta e me prive dos livros.
Minha mãe não suou pra ver seu filho morrendo a tiros, então vem forja meu bolso, atira no meu peito, que se depende de mim, não passa de suspeito.
E que o destino não seja irônico que eu também não quero me mata o ano todo e passa o natal a zero.
Na ultima esperança uma paz em forma de dor, adiante o sol resplendor, atmosfera do terror, fez de mim um vingador com ódio, revoltado.
Mas se é pra vencer no sangue então me mata baleado.

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